RSS Uni. Aberta Facebook, educação a distância e envolvimento do estudante

  • Criador do tópico Messias, Inês, Morgado, Lina
  • Start date
M

Messias, Inês, Morgado, Lina

Guest
Breve resumo:
Título: Facebook, educação a distância e envolvimento do estudante
Autor: Messias, Inês; Morgado, Lina
Resumo: A tecnologia digital é hoje vista como parte integrante e definidora da sociedade em que vivemos, e tem vindo a ser utilizada, cada vez mais, no ensino, de forma a que este consiga dar resposta às exigências de formação dos estudantes, quer devido aos seus perfis mais tecnológicos, como às exigências do cada vez mais inovador mercado de trabalho. A educação tem vindo a mudar já desde há um tempo, pretendendo acompanhar a sociedade em que está inserida. Já em 2001 Prensky referia que a educação ambicionava tornar-se mais pessoal, reflexiva, envolvida, focada no conhecimento e na conectividade, dizendo-se inclusiva
quer dos nativos digitais, quer dos imigrantes digitais (Prensky, 2001). Mas será que em 2017 a integração destas caraterísticas da tecnologia digital estão de facto presentes no ensino? A ambição de tornar o ensino mais adequado à sociedade em que vivemos, requer a existência de determinadas competências, por parte dos estudantes e dos docentes, que permitam ensinar e aprender em ambientes digitais, grande parte, já fazendo uso da web 2.0. Assim, hoje, ensinar exige ao docente possuir conhecimento das diversas ferramentas existentes, selecionar as mais adequadas aos conteúdos que pretende lecionar, adaptar os recursos e as suas metodologias de ensino às plataformas adotadas, não podendo esquecer os diferentes perfis de entrada dos estudantes, que podem ser ou não nativos digitais, e as competências académicas, digitais e o conhecimento académico que estes devem adquirir, para que correspondam aos perfis de saída pretendidos pelo mercado de trabalho.
Desta forma, não é só o ensino que sofre alterações, a aprendizagem passa a não depender apenas da aquisição individual de conhecimento académico, centrado Facebook, educação a distância e envolvimento do estudante no armazenamento ou recolha de informação, e passa a depender também da aquisição de competências digitais, da conetividade entre pares, da utilização de plataformas, da capacidade de seleção, análise e reflexão de informação disponível, em plataformas formais e informais.
Numa sociedade que se diz digital, saber usar as ferramentas disponíveis de forma eficaz é uma necessidade, mais ainda para o estudante que frequenta o Ensino a Distância (EaD) ou o ensino mediado pela tecnologia, uma vez que muito do contacto que faz com pares e docentes é precisamente mediado por plataformas de aprendizagem e redes sociais, estas últimas, vistas em muitos casos como meras ferramentas de entretenimento.​



Info Adicional:
Título: Facebook, educação a distância e envolvimento do estudante Autor: Messias, Inês; Morgado, Lina Resumo: A tecnologia digital é hoje vista como parte integrante e definidora da sociedade em que vivemos, e tem vindo a ser utilizada, cada vez mais, no ensino, de forma a que este consiga dar resposta às exigências de formação dos estudantes, quer devido aos seus perfis mais tecnológicos, como às exigências do cada vez mais inovador mercado de trabalho. A educação tem vindo a mudar já desde há um tempo, pretendendo acompanhar a sociedade em que está inserida. Já em 2001 Prensky referia que a educação ambicionava tornar-se mais pessoal, reflexiva, envolvida, focada no conhecimento e na conectividade, dizendo-se inclusiva quer dos nativos digitais, quer dos imigrantes digitais (Prensky, 2001). Mas será que em 2017 a integração destas caraterísticas da tecnologia digital estão de facto presentes no ensino? A ambição de tornar o ensino mais adequado à sociedade em que vivemos, requer a existência de determinadas competências, por parte dos estudantes e dos docentes, que permitam ensinar e aprender em ambientes digitais, grande parte, já fazendo uso da web 2.0. Assim, hoje, ensinar exige ao docente possuir conhecimento das diversas ferramentas existentes, selecionar as mais adequadas aos conteúdos que pretende lecionar, adaptar os recursos e as suas metodologias de ensino às plataformas adotadas, não podendo esquecer os diferentes perfis de entrada dos estudantes, que podem ser ou não nativos digitais, e as competências académicas, digitais e o conhecimento académico que estes devem adquirir, para que correspondam aos perfis de saída pretendidos pelo mercado de trabalho. Desta forma, não é só o ensino que sofre alterações, a aprendizagem passa a não depender apenas da aquisição individual de conhecimento académico, centrado Facebook, educação a distância e envolvimento do estudante no armazenamento ou recolha de informação, e passa a depender também da aquisição de competências digitais, da conetividade entre pares, da utilização de plataformas, da capacidade de seleção, análise e reflexão de informação disponível, em plataformas formais e informais. Numa sociedade que se diz digital, saber usar as ferramentas disponíveis de forma eficaz é uma necessidade, mais ainda para o estudante que frequenta o Ensino a Distância (EaD) ou o ensino mediado pela tecnologia, uma vez que muito do contacto que faz com pares e docentes é precisamente mediado por plataformas de aprendizagem e redes sociais, estas últimas, vistas em muitos casos como meras ferramentas de entretenimento.



Autor:
Messias, Inês, Morgado, Lina



Clica para continuares a ler...
 
Voltar
Topo