Depressão Pós-Natal no Homem

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Breve resumo:
A psicopatologia da Depressão Pós Natal (DPN) nos homens, apesar da sua importância quer na dimensão individual quer nos efeitos interativos, encontra-se pouco estudada pela comunidade científica, e a sua caracterização e análise etiológica, pouco compreendidas e retratadas na bibliografia atual. A pesquisa efetuada permite-nos ainda assim, encontrar alguns estudos que sugerem que 3 a 13% dos homens, deprime no período pós parto das respetivas mulheres/companheiras e que o estado depressivo persiste muito frequentemente durante um período longo, que por vezes se estende até 6 meses a um ano após o parto. A esta situação, pode-se acrescentar o facto de os homens afetados habitualmente não procurarem ajuda de profissionais, e destes não se questionarem sobre a problemática, o que torna a situação mais difícil, complexa e por isso de emergente necessidade de intervenção. Alterações do relacionamento conjugal e distúrbios do desenvolvimento da relação dos pais com o bebé, podem ser algumas das consequências resultantes desta psicopatologia. Neste artigo, pretendemos fazer a síntese da epidemiologia da DPN e dos fatores de risco associados que evidenciamos num estudo que desenvolvemos na consulta externa do serviço de Obstetrícia do Hospital de São Sebastião em homens companheiros de grávidas seguidos durante 9 semanas entre a 36ª semana de gravidez e a 6ª semana pós natal da mulher.​



Info Adicional:
A psicopatologia da Depressão Pós Natal (DPN) nos homens, apesar da sua importância quer na dimensão individual quer nos efeitos interativos, encontra-se pouco estudada pela comunidade científica, e a sua caracterização e análise etiológica, pouco compreendidas e retratadas na bibliografia atual. A pesquisa efetuada permite-nos ainda assim, encontrar alguns estudos que sugerem que 3 a 13% dos homens, deprime no período pós parto das respetivas mulheres/companheiras e que o estado depressivo persiste muito frequentemente durante um período longo, que por vezes se estende até 6 meses a um ano após o parto. A esta situação, pode-se acrescentar o facto de os homens afetados habitualmente não procurarem ajuda de profissionais, e destes não se questionarem sobre a problemática, o que torna a situação mais difícil, complexa e por isso de emergente necessidade de intervenção. Alterações do relacionamento conjugal e distúrbios do desenvolvimento da relação dos pais com o bebé, podem ser algumas das consequências resultantes desta psicopatologia. Neste artigo, pretendemos fazer a síntese da epidemiologia da DPN e dos fatores de risco associados que evidenciamos num estudo que desenvolvemos na consulta externa do serviço de Obstetrícia do Hospital de São Sebastião em homens companheiros de grávidas seguidos durante 9 semanas entre a 36ª semana de gravidez e a 6ª semana pós natal da mulher.



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