RSS Cientifico geral A inovação como desafio europeu: o financiamento privado enquanto fator determinante para a competitividade europeia

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Breve resumo:
Um olhar sobre o estado da inovação europeia e do seu financiamento, em pleno século XXI, apresenta-se como um desafio, simultaneamente, pertinente e aliciante pelo importante contributo que a inovação desempenha na competitividade da União Europeia no âmbito das suas Relações Internacionais. Este é atualmente um tema fulcral para o desenvolvimento dos Estados, afirmação da sua competitividade e um fator representativo da sua soberania e poder. Integrada no plano estratégico europeu, a inovação é um instrumento cada vez mais relevante, afirmando-se como o verdadeiro fator que pode fazer da UE um ator global mais forte e competitivo nas Relações Internacionais do século XXI. Esta dissertação tem por objetivo estudar o impacto e relevância do financiamento privado, e capital de risco associado, no desenvolvimento da inovação europeia, procurando determinar se a atual Política de Inovação da UE está adequada às necessidades e objetivos europeus em matéria de competitividade mundial. Para melhor análise, recorreu-se a uma metodologia qualitativa com carácter descritivo e dedutivo. Simultaneamente, analisaram-se os resultados provenientes da implementação da atual Política de Inovação da União Europeia que demonstraram uma fraca prestação da inovação europeia no quadro global em variadíssimas frentes, sustentada pela vasta maioria dos indicadores analisados, demonstrando uma adaptação comprometida e desadequada da atual política ao mercado e às necessidades das empresas mais inovadoras. Igual resultado foi obtido ao comparar a União Europeia e os seus pares a nível internacional, quanto a financiamento privado e capital de risco disponíveis, cujos benefícios e vantagens são ainda incertezas ténues que mereceram análises detalhadas ao longo da dissertação. A inovação como desafio europeu é a premissa inicial que alerta para a existência de uma condicionante que afeta o desempenho, atual e futuro, da inovação europeia, realidade que compromete o seu desenvolvimento e implementação, com efeitos subsequentes na competitividade da União Europeia no cenário global. No contexto europeu, é necessário tomar consciência do problema e atuar eficazmente alterando o paradigma atual, exageradamente dependente de financiamento público, que originou a acentuada lacuna de financiamento privado que seria benéfico, e até essencial, colmatar. Efetivamente, o papel do financiamento privado, consideravelmente mais dinâmico, dada a sua origem privada naturalmente mais propensa ao risco, revela-se preponderante para o sucesso e competitividade das start-ups e empresas europeias diretamente responsáveis pela inovação e criatividade na União Europeia. Sustentadas por múltiplos indicadores de inovação, as contribuições do estudo para a literatura corroboram a evidente desadequação da atual Política de Inovação da União Europeia, indicando uma necessária e urgente reforma que englobe e priorize o financiamento privado, atraindo investidores, para que possa usufruir e beneficiar do inerente dinamismo associado à iniciativa privada. Por último, são apresentadas as propostas para estudos futuros nesta área.​



Info Adicional:
Um olhar sobre o estado da inovação europeia e do seu financiamento, em pleno século XXI, apresenta-se como um desafio, simultaneamente, pertinente e aliciante pelo importante contributo que a inovação desempenha na competitividade da União Europeia no âmbito das suas Relações Internacionais. Este é atualmente um tema fulcral para o desenvolvimento dos Estados, afirmação da sua competitividade e um fator representativo da sua soberania e poder. Integrada no plano estratégico europeu, a inovação é um instrumento cada vez mais relevante, afirmando-se como o verdadeiro fator que pode fazer da UE um ator global mais forte e competitivo nas Relações Internacionais do século XXI. Esta dissertação tem por objetivo estudar o impacto e relevância do financiamento privado, e capital de risco associado, no desenvolvimento da inovação europeia, procurando determinar se a atual Política de Inovação da UE está adequada às necessidades e objetivos europeus em matéria de competitividade mundial. Para melhor análise, recorreu-se a uma metodologia qualitativa com carácter descritivo e dedutivo. Simultaneamente, analisaram-se os resultados provenientes da implementação da atual Política de Inovação da União Europeia que demonstraram uma fraca prestação da inovação europeia no quadro global em variadíssimas frentes, sustentada pela vasta maioria dos indicadores analisados, demonstrando uma adaptação comprometida e desadequada da atual política ao mercado e às necessidades das empresas mais inovadoras. Igual resultado foi obtido ao comparar a União Europeia e os seus pares a nível internacional, quanto a financiamento privado e capital de risco disponíveis, cujos benefícios e vantagens são ainda incertezas ténues que mereceram análises detalhadas ao longo da dissertação. A inovação como desafio europeu é a premissa inicial que alerta para a existência de uma condicionante que afeta o desempenho, atual e futuro, da inovação europeia, realidade que compromete o seu desenvolvimento e implementação, com efeitos subsequentes na competitividade da União Europeia no cenário global. No contexto europeu, é necessário tomar consciência do problema e atuar eficazmente alterando o paradigma atual, exageradamente dependente de financiamento público, que originou a acentuada lacuna de financiamento privado que seria benéfico, e até essencial, colmatar. Efetivamente, o papel do financiamento privado, consideravelmente mais dinâmico, dada a sua origem privada naturalmente mais propensa ao risco, revela-se preponderante para o sucesso e competitividade das start-ups e empresas europeias diretamente responsáveis pela inovação e criatividade na União Europeia. Sustentadas por múltiplos indicadores de inovação, as contribuições do estudo para a literatura corroboram a evidente desadequação da atual Política de Inovação da União Europeia, indicando uma necessária e urgente reforma que englobe e priorize o financiamento privado, atraindo investidores, para que possa usufruir e beneficiar do inerente dinamismo associado à iniciativa privada. Por último, são apresentadas as propostas para estudos futuros nesta área.



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