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NP Diário
(NP Diário Por Anos)⬇️
**Horário de 22:00, em regra, quer dizer que não se tem o registo da hora desse NP Diário
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📓 NP Diário #66 · 📅 22 de Março de 2026 ás 23:08
🔹 Será que, em termos divinos, estou certo?
📝 ❝ Falta fazer a correção final do RBPCP, dia 10 de agosto, depois censurar a parte que será publicada e cortar partes desnecessárias para cada um do...❞ 📝 ❝ Falta fazer a correção final do RBPCP, dia 10 de agosto, depois censurar a parte que será publicada e cortar partes desnecessárias para cada um dos destinatários. Isso desmotiva, porque tudo o que faço parece em vão. Basicamente, sinto que devo fazê-lo, mas o fato de saber que não resultará em nada faz com que eu me "arraste" para concluir o arquivo. Agora, tanto os NP diários quanto os NP Vida Real já são inseridos no APP do Pinhalismo, o que facilita a organização e o registo. O fórum é bom quando se tem uma comunidade, mas ainda assim não é o ideal para os meus propósitos. Como não tenho comunidade, deveria ter começado com o APP logo no início. Mas vamos vivendo e aprendendo. Tenho aproveitado os últimos momentos de alguma paz e conforto, porque depois, quando o processo se iniciar, já não terei mais controle dos acontecimentos, e a morte será bem provável. Quando iniciar a terceira peregrinação a Fátima, será um processo de mentalização para a morte. Existe um ponto que, quando ultrapassado, a nossa vida não pode valer mais que a humilhação e a violação. Temos que reagir e aceitar as consequências, quaisquer que sejam. Não fomos nós que iniciamos e planeamos este processo. Obviamente, dá medo. Ninguém deseja morrer, principalmente quando sentimos que poderíamos dar tanto à nossa espécie, mas a espécie não se importa com isso, porque para ela o mais importante é a ganância pessoal das elites e grupos que a dominam. Mas a culpa não é só dos outros. Eu tenho muita culpa no processo. Tenho muita culpa pelo que me está a acontecer, por ter acreditado na bondade, na verdade e, principalmente, por ter acreditado que a sociedade e o Estado querem o nosso bem. Eu não me importo com o valor do ser humano — ainda que, para os humanos, as minhas ações me tenham colocado numa posição de fraco — eu acho que a minha postura é a certa, em termos divinos. Mas será a certa mesmo? Será que é isso que Deus e o divino desejam ou esperam? Ou ele, ou eles, preferem a mentalidade da sociedade? E se a sociedade estiver certa? Nesse caso, eu serei o grande derrotado, e nada mais justo, e talvez até mereça pior do que me está a acontecer. ❞ |
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📓 NP Diário #65 · 📅 18 de Março de 2026 ás 00:56
🔹 NP Vida Real e NP Diário passam a ser registados na APP Pinhalismo
📝 ❝ Hoje acabei de preparar a aplicação do Pinhalismo para receber os NP Vida Real e o NP Diário. Inicialmente, eu tinha previsto que estas temáti...❞ 📝 ❝ Hoje acabei de preparar a aplicação do Pinhalismo para receber os NP Vida Real e o NP Diário. Inicialmente, eu tinha previsto que estas temáticas continuassem a ser inseridas no fórum, mas é importante que elas passem a ser inseridas na APP. Não era algo que tinha planeado, mas a força das circunstâncias obrigou-me a isso. No ano passado, em finais de junho, eu era para ter entregue o carro e, como foi relatado no diário anterior, isso alterou tudo e obrigou-me a adiar o que tenho de fazer. Finalizar o documento e fazer alterações à aplicação para que não só registe o NP Vida Real, o NP Diário e as despesas, mas também tenha acessível o documento RBPCP a 10 de agosto, ainda que seja a versão censurada das informações pessoais. Agora falta finalizar esse documento e enviá-lo às seis entidades destinatárias. Depois disso, é sair, fazer a terceira peregrinação a Fátima e, ao chegar a Fátima, finalizar o Nº 3 do NP Vida Real. Quando chegar a Fátima, posso ter duas escolhas: seguir em frente ou voltar para trás e viver nesta indefinição que tenho relatado nos diários, até cometer uma loucura, porque, após os acontecimentos que escrevo aqui, já não haverá nada que me detenha. Mas, por agora, o objetivo é concluir o documento, que já está no seu final e já deveria ter sido concluído e enviado. ❞ |
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📓 NP Diário #64 · 📅 16 de Março de 2026 ás 01:55
🔹 Retomada do NP Diário com diário estranho
📝 ❝ Dizem que o álcool faz sobressair a verdadeira pessoa. Se isso for verdade, então é um elogio para mim. Numa época de muita toxicidade e negati...❞ 📝 ❝ Dizem que o álcool faz sobressair a verdadeira pessoa. Se isso for verdade, então é um elogio para mim. Numa época de muita toxicidade e negatividade, a bebida alcoólica abre uma janela de luz e esperança, ainda que isso tenha custos muito elevados. Tal como antes, a bebida alcoólica cobra um preço muito caro para aquilo que dá. Mas neste momento preciso dessa positividade e esperança para concluir este último processo, antes de viver na rua definitivamente. Se tudo tivesse corrido “normal” em junho de 2025, finalmente teria enfrentado o meu destino, mas, como tem sido “praxe”, o sistema quer escravizar-me e eu não aceitarei isso — estarei disposto a morrer por esta causa. É a obrigação de qualquer liberal, democrata e pessoa que defende os direitos humanos. O dever, disfarçado de obrigação, é lutar por esses valores, principalmente em regimes ditatoriais, como é o caso do regime vigente em Portugal na data deste NP Diário. Em junho de 2025, quando fui entregar o carro, essa entrega foi-me negada. Tal nega desencadeou o que estou a viver agora. Essa ação obrigou-me a fazer o RBPCP a 10 de agosto, o que me obrigou a fortalecer a app do pinhalismo. Esse fortalecimento foi concluído ontem, 15 de março de 2026. A APP do Pinhalismo agora armazena ou indexa os NP Vida Real e NP Diário. Em condições normais, seria um grande feito, mas esse grande feito é muito pequeno para a exigência da luta pela democracia, liberdade e dignidade em Portugal. É uma guerra perdida. Eu sei disso. Perdi um ano que não servirá para nada. A ditadura em Portugal irá ganhar, não pela capacidade dos ditadores, mas pela ganância e egoísmo dos ditados. Esse facto acrescenta desmotivação à desmotivação já sentida pelo criador Carlos Pinhal, o que tem como consequência o atraso que notamos. Não sei porque falo na terceira pessoa. ❞ |
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📓 NP Diário #63 · 📅 25 de Maio de 2024 ás 18:07
🔹 Preciso de ressuscitar o Carlos irrequieto e desobediente da minha infância | A rejeição tem que ser a minha motivação
📝 ❝ 18:07 de 25 de Maio de 2024, Viseu. Neste momento tornou-se imperativo lutar contra um defeito meu de há muito tempo atrás que é o medo ...❞ 📝 ❝ 18:07 de 25 de Maio de 2024, Viseu. Neste momento tornou-se imperativo lutar contra um defeito meu de há muito tempo atrás que é o medo de que os outros formulem impressões negativas sobre mim. Em criança eu não me importava com o que os outros pensavam sobre mim. Lidava mal com regras e imposições e por isso era difícil eu me comportar como os outros queriam que eu me comportasse. Eu era censurado e criticado por todos, por não aceitar regras. Numa sociedade normal, justa e igual é correto disciplinar uma criança a obedecer a regras porque se parte do pressuposto que a obediência a essas regras é para seu benefício. O problema é que não vivemos numa sociedade assim, e portanto ensinar uma criança pobre a obedecer a regras que têm como objetivo a sua opressão e exploração só a irá penalizar. Foi o que me aconteceu. Todos à minha volta lutaram e contribuíram para "matar" aquele Carlos irrequieto. Os meus pais repreendiam-me. O resto da minha família não gostava que fosse a casa deles porque não me sabia "comportar". Os meus colegas de turma faziam anos e eu era dos poucos que não era convidado. As minhas professoras da primária, claramente, não gostavam de mim. E outras situações ocorreram para que esse Carlos mal comportado "morresse" para dar lugar a um Carlos comportado. Carlos comportado que conseguiu o quê, cumprindo as regras? Nada. Um Carlos comportado que tem medo que as pessoas formulem uma impressão errada dele, mas já não existem problemas quando essas mesmas pessoas, de uma forma direta ou indireta, contribuem para que esse Carlos comportado seja oprimido, discriminado e explorado. Um Carlos comportado que nem coragem tem para abordar as pessoas educadamente para lhes propor que lhe comprem doces ou outros produtos de baixo valor, de forma a conseguir dinheiro para sobreviver. Lembrando que esse Carlos comportado não irá coagir ninguém nem irá obrigar ninguém a lhe comprar os produtos de baixo valor. Já as pessoas que esse Carlos comportado irá abordar, na sua maioria, contribuem, direta ou indiretamente, para a situação de pobreza e miséria em que esse Carlos comportado se encontra. Claramente, aos meus 5 ou 6 anos precisava de um familiar ou alguém que me tivesse dito: "Continua a te comportar assim e manda foder a família e o restante das pessoas. Quando fores adulto será essa postura que te irá fazer com que evites muitos problemas, principalmente a nível da sobrevivência." Não foi só o Carlos mal comportado que morreu, houve um dano na minha autoconfiança que foi feito e que se estende até hoje. A partir daquele momento comecei a procurar a aprovação dos outros para tudo o que fazia. É o maior erro que podemos ter nesta sociedade hipócrita. Quando escrevo da falta de coragem em vender produtos de baixo valor, não é algo simples. É um tema profundo e que, se não se tiver cuidado, pode criar danos maiores. A minha mente tem que estar preparada para o Não. A minha mente tem que estar preparada para a desonestidade e falta de sensibilidade de muitas dessas pessoas que abordarei. E o mais importante de tudo: quantos mais nãos ou quanto mais ignorado for, mais motivação tenho que ter para continuar a fazer o que tenho de fazer. É errado quando o que nos faz parar é o não ou a falha. O não e a falha têm que nos dar uma força interior para continuar, e continuar com uma intensidade maior. Só o sim ou o sucesso é que nos pode fazer abrandar. Portanto, se abordar alguém e essa pessoa me disser que não, no momento a seguir tenho que escolher alguém que avalie que me irá dizer que não, e se essa pré-avaliação se confirmar, passar a outro, e a outro. Após muitos nãos, deixar a abordagem individual e passar a uma abordagem coletiva e incomodativa para a maioria. Obviamente que o Carlos Comportado nunca fará o que acabo de escrever, mas o Carlos dos meus 5 anos faria isso e muito mais. É por isso que preciso de trazer à "vida" esse Carlos com 5 anos. Mas não será um processo simples e terei que desconstruir muito do que foi construído por familiares e outros na minha infância. O que me tenho mentalizado é que todo o tipo de rejeição tem que me dar motivação para continuar. Só a aceitação me pode fazer parar. Se em criança tivesse aplicado esta regra, eu nunca teria abrandado no meu mau "comportamento", pelo contrário. Mas o passado serve para se fazer análises e reflexões. Não se pode viver na lamentação do que fomos no passado. A mim não me deve interessar o que as pessoas pensam sobre mim. O meu foco deve ser ganhar o dinheiro suficiente para me poder manter, de forma a poder escrever o Manifesto Pinhalista. A escritura do Manifesto Pinhalista deverá decorrer sem qualquer limitação ou influência externa. Se não conseguir essa manutenção mínima financeira e alimentar, devo começar a subir uma "escada". Na subida dessa "escada" devo ser fiel aos valores fundamentais do Pinhalismo, que são: - Não violência; - Não agressividade; - Não vandalismo; Mais uma vez, não será fácil obedecer a tais valores na situação em que me encontro. Eu não sou perfeito e o "Sistema" sabe muito bem o que faz e sabe que, numa situação de miséria e privação alimentar, é muito difícil alguém manter o controlo emocional. A manutenção financeira básica é composta por uma "escada" de 4 Níveis. Neste momento estou no primeiro nível. Neste primeiro nível, a única coisa que tenho de fazer é abordar as pessoas educadamente, propor a venda, e, caso as pessoas recusem, educadamente agradecer e desejar boa continuação. Se todas as pessoas ou a maioria disser que não quer comprar, tendo eu a postura referida, devo passar para o Nível 2, que inevitavelmente levará ao Nível 3, e que pode levar ao Nível 4. O nível 1 é mais fácil e o que ocorrer no nível 1 terei que usar para "matar" o Carlos Comportado, porque o Nível 2, 3 e 4 não pode ser feito por Carlos "Bem Comportados". ❞ |
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📓 NP Diário #62 · 📅 25 de Abril de 2024 ás 16:02
🔹 50 anos de "liberdade" | Liberdade que só a tem quem a pode comprar | Falha na venda ambulante
📝 ❝ Viseu, 25 de Abril de 2024 pelas 16:02. Faz hoje 50 anos do 25 da revolução de 1974, que segundo muitos, nos trouxe a liberdade. A verdade ...❞ 📝 ❝ Viseu, 25 de Abril de 2024 pelas 16:02. Faz hoje 50 anos do 25 da revolução de 1974, que segundo muitos, nos trouxe a liberdade. A verdade factual é que na sociedade de hoje, sem dinheiro não tens liberdade, e se não tens possibilidade de obter dinheiro, consequentemente não tens liberdade. O que noto é um esforço por parte do "sistema" em colocar no subconsciente das pessoas que os problemas que elas vivem não são nada comparados a outros tempos e realidades. O objetivo deste processo psicológico é fazer com que as pessoas desvalorizem os problemas que vivem, e que enriquecem muitos, e dessa forma os normalizem. Começo a pensar se o "sistema" da idade medieval ou da idade média estivesse sempre a comparar as condições do seu tempo com as condições do tempo das cavernas. A lógica é: se estamos melhor que ontem, não precisamos de evoluir ou melhorar. A seu tempo irei aprofundar o que acabo de escrever. Hoje a prioridade deve ser controlar o meu emocional e os meus impulsos animais. A necessidade de dinheiro pela minha parte, hoje, assenta na necessidade de comer. É por isso que o controlo alimentar tem uma dupla importância: financeira e psicológica. O objetivo que defino hoje de 5 euros/dia será gasto maioritariamente com alimentação. É difícil conseguir esse objetivo, no entanto eu tenho a noção que terei que estar preparado para ir mais "longe" nesse objetivo. Terei que manter o foco, trabalho e dedicação mesmo com o estômago vazio. Tal situação só irá corroborar a análise que faço das sociedades atuais. Emagrecer não é importante. O importante é dominar ou disciplinar as emoções que possuo e que muitas vezes eu só consigo controlar, temporariamente, através de uma alimentação descontrolada. Nós somos o que comemos, e uma alimentação descontrolada só irá perpetuar esse descontrolo emocional. Como já referi, desde há muito tempo que o descontrolo alimentar é utilizado por mim para que eu possa controlar os meus impulsos e emoções negativas. Tenho a noção que sem dinheiro para pagar esse descontrolo alimentar, existe uma elevada probabilidade de me descontrolar e não conseguir ter a postura que o Pinhalismo exige que tenhamos. O problema de tal situação de descontrolo será a minha consciência quando me acalmar, isto caso esse descontrolo não me leve à morte ou a ficar gravemente ferido. O importante para mim é o "peso" da consciência. É por isso que, ainda que não consiga coragem para vender produtos de forma ambulante, foco a minha mentalização e preparação da minha mente para que consiga controlar as emoções. Neste momento tenho passado longos períodos sem comer, tendo como objetivo chegar aos dois dias sem ingerir alimentos. Durante o período em que não como, as emoções negativas começam a tomar conta de mim, mas eu tento dominá-las com a consciência que imprimo nos meus escritos. Se tivesse o Manifesto Pinhalista escrito, nessas alturas em que começo a ser dominado por essas emoções negativas, seria mais fácil dominá-las através da lógica, lendo o Manifesto Pinhalista. As emoções e sentimentos negativos e primitivos tornam-nos seres inferiores. Esses sentimentos e emoções podem ser criados por nós, através de pensamentos ignorantes, ou passados de outras pessoas para nós. Isto ocorre porque deixamos de pensar e raciocinar e deixamo-nos levar pela ignorância e irracionalidade. Conseguimos vislumbrar o meu problema de não ter coragem de abordar as pessoas. Por um lado, eu já faço um esforço enorme para controlar os sentimentos negativos que eu próprio crio; depois, existe a preocupação de não me deixar ser afetado por sentimentos negativos que essas pessoas me possam tentar passar; e, por fim, caso o meu controlo consciente falhe, posso não ter dinheiro para o controlo de emergência, que é através do descontrolo alimentar. A minha preocupação é fortalecer o meu lado consciente para que o meu lado consciente controle todas as situações citadas anteriormente sem precisar do descontrolo alimentar. Existem coisas na vida que têm que ser feitas devido às circunstâncias que nos rodeiam e que ditam isso mesmo. Existem dois caminhos para que essas coisas sejam feitas, sendo esses caminhos dois: a bem ou a mal. Os objetivos que tenho referido que têm que ser cumpridos por mim terão que ser cumpridos, seja a bem ou a mal. Não existe forma de fugir disso. Durante 30 anos tentei fugir desses objetivos e o que consegui foi agravar a situação, portanto terei que os fazer, seja a bem ou a mal. É sempre preferível que algo seja feito a bem. ❞ |
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📓 NP Diário #61 · 📅 12 de Abril de 2024 ás 08:36
🔹 Não estou a conseguir gerir as situações | Talvez deva deixar de pensar nas consequências das ações
📝 ❝ 12 de Abril de 2024, pelas 8:36, na bomba da BP do Lordelo, Vila Real. Se em Viseu, por estar sozinho, conseguia ter espaço e tempo para m...❞ 📝 ❝ 12 de Abril de 2024, pelas 8:36, na bomba da BP do Lordelo, Vila Real. Se em Viseu, por estar sozinho, conseguia ter espaço e tempo para me mentalizar, aqui em Vila Real tenho de gerir uma relação com terceiros, o que me gera ansiedade e nervosismo. O objetivo primordial passa por controlar essa ansiedade e nervosismo, o que na maioria das vezes a forma mais eficaz é comer demais e descontroladamente, o que me destabiliza alimentarmente e financeiramente. É por não me conseguir controlar neste ambiente, que é mais favorável do que o ambiente de rua, que sei que num cenário de rua o controlo será mais complicado, porque no cenário de rua poderei não ter acesso a uma "ferramenta" de emergência para o controlo de ansiedade e nervosismo, que é a alimentação descontrolada. No entanto, esta situação gera cansaço, porque começo a estar num ciclo que não me deixa evoluir e, então, torna-se importante tomar uma decisão drástica e acatar com as consequências, quaisquer que elas sejam. Em todo o lado nos ensinam a pensar nas ações e prever as suas consequências. A verdade é que esse comportamento, ainda que seja certo, no meu caso tem-me prejudicado porque as consequências têm-me impedido de evoluir. O que mais queria era ter paz interior e não me importar com as injustiças que me possam fazer. Gostava que a fome ou discriminação sobre a minha pessoa não fomentassem o meu descontrolo emocional. Existe um ódio e raiva que tenho acumulado por tudo o que me tem sido feito pela sociedade. Essa raiva é muito originada pelo sentimento de engano, porque fizeram-me acreditar em algo que não é verdade. A sociedade e as pessoas, infelizmente, não são o cenário cor-de-rosa que se pinta. O errado é ter esta raiva e ódio guardados. Esse é o problema, e estes sentimentos aproveitam qualquer "brecha" para se apoderarem de mim. Uma vez que se apoderem de mim, a minha vida acaba, porque o que o "sistema" quer é que me descontrole para que então possa agir contra mim, tendo, nesse momento, provas do monstro que sou, ignorando todo o contexto que me levou até esse momento de descontrolo. Não tenho dúvidas que o Manifesto Pinhalista irá eliminar esse ódio e raiva que guardo dentro de mim através da lógica e bom senso. É por isso que o Manifesto Pinhalista é tão importante para mim. O problema é conseguir chegar ao ponto em que a produção do Manifesto Pinhalista terá esse impacto em mim. Posso não conseguir chegar a esse ponto. Existe um ponto fundamental que defini que não pode ocorrer: que eu me descontrole com esta pessoa terceira. O descontrolo emocional, a ocorrer, terá que ser em contexto de rua, para com as pessoas que são as principais responsáveis por tudo o que me tem acontecido na vida. Face ao cansaço que declarei parágrafos acima, começo a equacionar tomar decisões sem pensar nas consequências, sendo a primeira dessas decisões ir para o contexto de rua e depois logo se vê. Se não tiver forças para me controlar, e isso tiver como consequência o descontrolo emocional, é porque tem que ser assim. Em determinadas situações, pensar demais resulta em "fuga" do nosso destino. Sempre pensei demais toda a vida, ignorando muitas realidades e verdades, e toda essa ponderação só beneficiou terceiros e a mim levou-me à situação difícil em que me encontro. ❞ |
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📓 NP Diário #60 · 📅 08 de Abril de 2024 ás 07:37
🔹 Não consegui coragem para abordar as pessoas de forma a vender chocolates | Mudar o "mindset"
📝 ❝ 7:37 do dia 8 de Abril de 2024, na estação de autocarros de Viseu. Não consegui coragem para abordar as pessoas de forma a vender chocolat...❞ 📝 ❝ 7:37 do dia 8 de Abril de 2024, na estação de autocarros de Viseu. Não consegui coragem para abordar as pessoas de forma a vender chocolates ambulantemente. No entanto, eu não tenho escolha. Terei que o fazer, independentemente de as pessoas comprarem ou não chocolates. O meu receio é constatar que não conseguirei angariar o dinheiro necessário para a minha subsistência. Nestes dois últimos dias tenho-me tranquilizado quanto a isso. Se isso ocorrer, terei que me adaptar, mais uma vez, e posições que tenho hoje ficarão mais intransigentes. Nestes últimos dois dias tenho mudado o meu "mindset". Primeiro, eu não posso ficar à espera de uma resposta positiva por parte das pessoas que interpelar. A minha expetativa deve ser sempre a resposta negativa. Dessa forma, se tiver mentalmente preparado para a reação e resposta negativa, quando essa atitude ocorrer por parte das pessoas, eu não irei desmotivar porque já estava à espera daquela atitude. Caso a resposta, por parte da pessoa que interpelo, seja negativa, eu tenho que me sentir livre de qualquer culpa ou sentimento de incómodo, porque a pessoa executou a sua liberdade de dizer não e eu não condicionei a pessoa de qualquer forma. Desta forma, o que me tem que deixar mais tranquilo são as respostas negativas. Quando interpelo alguém educadamente e simpaticamente e esse alguém me responde negativamente à minha proposta, eu não fico a dever rigorosamente nada a essa pessoa. Um exercício que tenho feito quando estou na rua é olhar para as pessoas e simular na minha cabeça a resposta negativa por parte delas. Preparo a minha mente para se habituar ao não, legítimo, das pessoas. O meu foco não deve ser a venda dos produtos, mas a interpelação das pessoas, ficar à vontade e tranquilo aquando da abordagem à pessoa e saber conviver bem com a resposta negativa. Só quando me sentir à vontade para abordar as pessoas é que tenho de refletir sobre a venda dos produtos, que afinal é o objetivo central. Se não estiver a conseguir vender os produtos, terei que procurar uma razão para esse porquê. Mas esta reflexão só deve ser feita depois de abordar mais de uma centena de pessoas. Após rever todas as situações e chegar à conclusão que não consigo subsistir desta forma, é que devo passar ao nível 2. O que descrevi até agora é o que classifico como Nível 1 da subsistência. Neste nível 1, tento concretizar um negócio que seja proveitoso para ambas as partes, recorrendo à educação, simpatia e não exercendo qualquer tipo de coação sobre a pessoa alvo. O nível 1 deve ser bastante explorado a vários níveis, porque os níveis seguintes, até ao nível 4, são níveis de protesto. Eu irei fazer de tudo para que não seja necessário passar aos níveis seguintes, porque seria algo que não me iria agradar de forma nenhuma, mas que não terei escolha se assim tiver que ser. Eu devo fazer o que depende de mim, que é oferecer às pessoas produtos competitivos, ser simpático e educado. A partir deste ponto, eu já não controlo e não tenho que me sentir mal caso as pessoas, na sua maioria, decidam de livre vontade não despender 1 euro para adquirir um produto bom e, ao mesmo tempo, me ajudar. Para este nível 1 de subsistência é necessário ter alguma disciplina alimentar e financeira, situação que tenho trabalhado. Procuro controlar a minha ânsia por comida, principalmente em situações de ansiedade. Neste momento, o meu desequilíbrio financeiro está relacionado com o desequilíbrio alimentar, visto que é a comida que me faz gastar mais dinheiro, no momento. Já me estou a habituar a beber água, leite, e dessa forma a deixar os refrigerantes de lado. Tenho introduzido mais legumes e fruta na minha alimentação. Tento ficar "cheio" com uma combinação de legumes e leite. Tudo o que depender de mim farei, tudo do qual a responsabilidade seja inteiramente minha, eu irei assumir. No entanto, não me posso responsabilizar pelas decisões e ações de terceiros. ❞ |
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📓 NP Diário #59 · 📅 04 de Abril de 2024 ás 05:12
🔹 A preparar-me para fazer a minha primeira venda de chocolates ambulante em Viseu | Ano de 2029
📝 ❝ Viseu, 5:12 da manhã do dia 4 de Abril de 2024. Estou numa fase de mentalização para tomar coragem para enfrentar respostas e reações ne...❞ 📝 ❝ Viseu, 5:12 da manhã do dia 4 de Abril de 2024. Estou numa fase de mentalização para tomar coragem para enfrentar respostas e reações negativas na venda de chocolates por um euro. Após a realidade exposta pelo NP Vida Real #03, em que só podemos contar connosco próprios, é fundamental ter um meio de subsistência que nos permita, pelo menos, ter dinheiro para comprar comida. A independência de qualquer pessoa depende de que ela possa ter meios para se alimentar. No planeamento que havia feito aquando do início do NP Vida Real #03, enfrentar este processo deveria ocorrer após outros processos serem concluídos. Esses processos, que deveriam ser concluídos primeiro, iriam me dar uma base de confiança para enfrentar as pessoas, que na sua maioria contribuem para a situação social em que me encontro. No entanto, como referido, não existe tempo e este processo da venda de bens ambulante tem que ser concluído já, mesmo que não corra como o esperado. Não existe qualquer mal em que as pessoas me humilhem ou pensem mal ou negativamente sobre mim. Eu não sou o que as pessoas podem pensar, eu sou o que os meus pensamentos e ações definem. O meu orgulho e consciência de superioridade fomentam o maior luxo que um pobre tem, que é a vergonha e o importar-se com o que os outros possam dizer ou pensar sobre ele ou ela. Num cenário negativo em que todos se recusem a comprar chocolates, eu não lhes ficarei a dever rigorosamente nada. Se essas pessoas, ainda que não tenham comprado nada, ficarem a pensar mal ou se acharem superiores a mim, o erro estará no pensamento dessas pessoas. Eu, frequentemente, responsabilizo-me pelos pensamentos e ações de terceiros. Existe uma necessidade de subsistência que o estado e a sociedade falham em me dar, como é direito meu, visto que Portugal, na sua constituição, refere que se baseia na Declaração Universal dos Direitos Humanos, entre outras disposições que fortalecem o que acabo de escrever. Portanto, o impedimento e problema sou eu que o crio, porque é completamente legítimo que venda bens para garantir a minha subsistência. Esta ação deve-se, direta ou indiretamente, àqueles a quem pretendo vender chocolates, porque são eles que, direta ou indiretamente, me negam o meu direito à dignidade de vida e respetiva independência financeira. O ideal seria que sofresse bullying de alguma forma. O ideal seria que toda uma sociedade ou região me criticasse pelo meu ato. O ideal seria que toda essa região fosse desonesta ao ponto de encontrar desculpas para a censura à minha atividade. Se assim fosse, iria ganhar muito mais força porque saberia que todos pensariam mal de mim e, portanto, poderia aplicar aquele ditado popular que refere que "já que tenho a fama, vou ter o proveito". Neste cenário, a rejeição seria muito mais fácil porque passaria a ser o normal e o anormal seria a aceitação da compra dos meus produtos. Após experiências em aplicações de comunicação, concluo que tenho sido, no mínimo, ignorante ao dar um valor imenso à oportunidade de as pessoas interagirem comigo gratuitamente e, no fim, acabo por perder o meu tempo e não ganhar rigorosamente nada com essas interações. Não ganho, sequer, o respeito ou consideração dessas pessoas. Este facto reforça que tenho de mudar de atitude. Eu preciso de subsistir e, portanto, o relacionamento com outras pessoas deve ajudar-me nessa subsistência ou devo garantir um ganho de qualquer ordem. A condição para interação comigo deve ser um qualquer ganho, independente do tipo de ganho que for. Agir dessa forma não me irá fazer perder rigorosamente nada porque, até este momento, não agindo assim, em quase todas as interações sociais que tive resultaram numa perda de tempo da minha parte. Coloca-se uma questão: não estarei assim a ser interesseiro como as demais pessoas, que tanto critico? Não, porque deixarei sempre uma janela de oportunidade para uma interação sem interesse, após garantir, nem que seja, um ganho mínimo. Desta forma, irei conseguir poupar bastante tempo que poderei aplicar nos meus próprios raciocínios ou aplicar a vender bens para garantir a minha subsistência. É bom notar que 2019 foi o ano do meu "fundo do poço", mas também foi o ano em que tudo teve que mudar e tive que começar a adequar-me à sociedade e às pessoas, sem que altere o meu caráter e preceitos morais. O grande desafio tem sido esse: adequar-me a esta sociedade hipócrita, mas ao mesmo tempo não me tornar hipócrita como a sociedade. É por este motivo, e outros, que a criação do Pinhalismo tem extrema importância para mim. Desde sempre que sinto falta de uma base religiosa, filosófica e ideológica justa, que se importe com os seres e com a matéria. O Pinhalismo irá me dar tudo isso e só tenho pena de ter perdido metade da minha vida, porque a minha vida irá começar verdadeiramente com a criação do Pinhalismo. Terei perdido metade da minha vida se conseguir concluir o Manifesto Pinhalista até aos meus 40 anos, que será em 2029. Algo curioso é que desde pequeno sempre senti que esse ano, 2029, iria ser um ano especial. Nos meus "rabiscos" do 5º ou 6º ano, inscrevia esse ano como sendo um ano especial, não sabendo porquê. Ainda hoje não sei, mas o meu instinto diz-me que ele é especial. Sinto que será um ano especial. Repito a palavra especial porque não sei se será negativamente ou positivamente. Tenho 34 anos e até esse ano faltam por volta de 6 anos. Sinto que, brevemente, no espaço de um a dois anos, a minha rotina será extremamente sobrecarregada, trabalhando no Manifesto Pinhalista e em tudo o que ele envolve, garantidamente, de manhã à noite. Para começar o Manifesto Pinhalista já tive que mudar, e no fim do Manifesto Pinhalista, Versão ALFA, eu irei mudar ainda mais. No entanto, não vale a pena pensar nisso agora. Agora o importante é interpelar as pessoas na rua com simpatia e educação para vender os chocolates e outros produtos de baixo valor, mas de percentagem de lucro elevado. ❞ |
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📓 NP Diário #58 · 📅 26 de Março de 2024 ás 18:52
🔹 O meu objetivo é e sempre foi elaborar o Manifesto Pinhalista | Serei mantido vivo e protegido até elaborar o Manifesto Pinhalista
📝 ❝ Viseu, 18:52 do dia 26 de Março de 2024. Continuo a ceder à minha cobardia, no entanto, em meio a essa cedência, aproveito para me mentali...❞ 📝 ❝ Viseu, 18:52 do dia 26 de Março de 2024. Continuo a ceder à minha cobardia, no entanto, em meio a essa cedência, aproveito para me mentalizar para o que possa vir. Algo que é importante é manter a calma, independentemente do que me possa acontecer. A raiva e o ódio, originados pela injustiça, cegam-nos de uma forma muito profunda, o que nos leva a cometer erros atrozes, que por sua vez fazem com que os agressores sejam vistos como vítimas, e nós, vítimas, sejamos vistos como agressores. Isto é um processo que está projetado e não é coincidência. O importante não é o que os outros pensam sobre mim, mas o que eu próprio penso sobre mim mesmo. É este pensamento que me irá acompanhar enquanto for vivo. É este pensamento que me irá dar força quando estiver isolado e a ser atacado por todos os lados. É este pensamento que será a força para continuar a fazer o certo, não só para mim, mas para todos, inclusive para aqueles que me atacam, me censuram, me exploram e me oprimem. Quanto mais sabemos sobre as pessoas, mais claro se torna que todos os dias acordamos num mundo figurado, porque na prática continuamos a dormir. Como já referi anteriormente, eu só posso controlar o que depende das minhas decisões. Quanto ao que me rodeia e que não depende do meu poder de decisão, só me resta adequar-me, sem que nunca essa adequação possa enquadrar-se nos objetivos maléficos daqueles que procuram penalizar toda a sociedade para proveito próprio. Neste momento tenho tentado controlar a minha alimentação. Tenho-me mentalizado para que, num caso de necessidade alimentar, eu não seja controlado por instintos maus que me poderão levar a cometer erros no que concerne ao que devo fazer, a nível de ações e postura. Tenho de me acostumar a condições de vivência extremamente precárias, porque só assim é que me poderei focar a 100% na elaboração do Manifesto Pinhalista. Elaborar o Manifesto Pinhalista é e sempre foi o meu objetivo de vida. Eu estou vivo só por causa desse objetivo. Eu serei protegido e mantido vivo para que possa realizar esse objetivo. Fama, riqueza ou beleza exterior contrariam essa proteção. Tais fatores tornam essa proteção mais difícil e notória, o que irá atrair mais dificuldade a essa proteção. É por isso que nunca serei rico, considerado bonito ou famoso. Só poderei ser rico, famoso ou considerado bonito pelos demais seres humanos quando, pelo menos, a Versão ALFA do Manifesto Pinhalista se tornar algo físico e acessível a qualquer um. No entanto, nessa altura, eu irei pedir e querer para continuar no anonimato e ser desconsiderado por todos, porque ser rico, famoso ou bonito para a sociedade não tem qualquer valor para a evolução e para a matéria. Muito pelo contrário, são tais condições que muitas vezes travam a evolução, porque instigam o ser humano a ser egoísta. Eu gostava de ser puro, mas não sou. Eu deixo-me contaminar pela maldade e pelos desejos anti-evolução e anti-matéria. É por isso que eu próprio preciso do Manifesto Pinhalista. Eu próprio preciso de criar uma base lógica e racional para que tenha sempre em mente o porquê de devemos seguir determinado caminho ou comportamento. ❞ |
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📓 NP Diário #57 · 📅 10 de Fevereiro de 2024 ás 01:54
🔹 Tenho de me preparar para vender coisas na rua | Não me posso descontrolar
📝 ❝ Viseu, 1:54 da manhã do dia 10 de Fevereiro de 2024. Aproxima-se a altura do ano que menos gosto: o Carnaval. Não gosto desta altura do ano...❞ 📝 ❝ Viseu, 1:54 da manhã do dia 10 de Fevereiro de 2024. Aproxima-se a altura do ano que menos gosto: o Carnaval. Não gosto desta altura do ano porque é uma altura que dá aso à parvoíce. Como referi em NP Diários anteriores, ter uma aplicação que me auxilie no registo e organização desse registo é de extrema importância para mim. No entanto, é difícil a concentração com o risco constante de enfrentar a rua e consequente miséria extrema. Hoje, para controlar o meu desequilíbrio emocional e psicológico, utilizo o descontrolo alimentar e consequente descontrolo financeiro. O que me atormenta não é enfrentar a situação em si, mas perder este recurso de controlo. Se for para a rua, será provável que muitas situações me comecem a desequilibrar emocionalmente, o que fará com que necessite do descontrolo alimentar para me controlar. Sem dinheiro, não poderei aceder a esse controlo emocional, o que resultará no seu maior descontrolo. Hoje preocupa-me pouco se o "sistema" ganha ou não. O que me preocupa é a minha consciência. Se não conseguir manter o controlo emocional, face a toda a injustiça, discriminação e opressão que tenho sofrido, posso não conseguir obedecer aos três pilares importantes do Pinhalismo, que são: Não violência, Não agressividade e Não vandalismo. Continuo a produzir a aplicação, tendo simplificado a aplicação ainda mais. Neste momento, a aplicação servirá para registar os gastos financeiros, tópico maker e publicidade de serviços que eu possa fazer. Torna-se importante avançar para um campo que planeava fazer mais para o futuro, que é vender coisas na rua para ganhar dinheiro. É necessário passar para essa fase já, para poder ganhar segurança e experiência, de forma a que esteja seguro quanto a uma forma de ganhar dinheiro, para que, num caso de emergência, eu consiga controlar-me emocionalmente através da comida. Neste momento, estou-me a preparar psicologicamente para esse confronto com as pessoas e para atitudes menos positivas que as mesmas possam ter. O grande objetivo é que seja o menos afetado possível pelo que elas possam dizer. As pessoas são más e, quando veem alguém fragilizado ou diminuído, é quando se aproveitam para aplicar a sua maldade, porque sabem que nesse contexto existe uma probabilidade maior para que a sua maldade tenha os efeitos desejados sobre a pessoa a quem elas estão a aplicar tal maldade. Todos os dias tenho trabalhado a minha mente para me desligar da necessidade social, porque a sociabilidade não pode significar que eu me submeta ao "sistema" que, desde sempre até hoje, me discriminou, oprimiu e explorou. A experiência nos aplicativos que mencionei anteriormente tem-me permitido conhecer melhor as pessoas. Conhecimento que se vai concluir quando começar a interagir fisicamente com as pessoas na venda dos referidos produtos na rua. Começo a identificar melhor as intenções das pessoas. Existem conclusões preliminares que tenho neste momento, mas que devo esperar pela interação física para as confirmar ou não. A verdade é que perceber que o problema da sociedade está na generalidade das pessoas e não numa minoria é algo que nos tira a esperança que algo possa mudar. É algo que tenho que lutar, a par de tudo o resto que já tenho para lutar. Tenho que reunir forças para avançar e concluir o meu objetivo, que é criar o Pinhalismo. Sozinho não é fácil, mas eu tenho tentado encontrar alguém para que me possa acompanhar em conversas neste meu caminho. Começo a perceber que isso não será possível. Em todo o caso, irei concluir o meu objetivo, mesmo que sozinho. ❞ |
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📓 NP Diário #56 · 📅 10 de Outubro de 2024 ás 03:56
🔹 Comecei o ano com uma gripe forte | A minha vida continua e continuará instável | tenho de me habituar á insignificância
📝 ❝ Viseu, pelas 3:56 da manhã do dia 10 de Janeiro de 2024. Este é o primeiro NP Diário de 2024. Comecei a ficar doente no dia 19 de Dezemb...❞ 📝 ❝ Viseu, pelas 3:56 da manhã do dia 10 de Janeiro de 2024. Este é o primeiro NP Diário de 2024. Comecei a ficar doente no dia 19 de Dezembro de 2023. Naquela altura só com leves dores de cabeça. Fui passar o Natal a casa da minha mãe do dia 23 a 26 de Dezembro de 2023, e durante esse período, contra a minha expetativa, tive uma melhoria na minha condição médica, de tal forma que cheguei a pensar que já havia recuperado. Dia 26 voltei para Viseu e no dia 27 ou 28 para Vila Real. Naqueles dias finais de dezembro de 2023 piorei, ficando bastante mal de saúde, como já não ficava há muito tempo. Para passar o final do ano de 2023 para 2024, desloquei-me para Viseu, onde pude ficar mais isolado e tranquilo. No entanto, estou a redigir este NP Diário ao dia 10 de Janeiro de 2024 e ainda me sinto doente. Já é bastante tempo que não ficava tão doente desta forma e que demorava tanto para recuperar. A par do que foi descrito até aqui, continuo concentrado na minha mentalização para o que vou ter que passar e enfrentar e no desenvolvimento de uma versão muito "ALFA" da APP do Pinhalismo, que me irá ajudar a guardar e organizar o conteúdo que irei fazer a partir de determinado momento. O que vivo neste momento não é certo. Será certo viver na rua e fazer dinheiro na rua como conseguir e puder. Viver sob o jugo de outra pessoa nunca me dará estabilidade. Para que a situação não se agrave ao ponto de ter que ir viver para a rua de um momento para o outro, tenho que fazer cedências, às vezes. Essas cedências fazem com que o meu corpo e mente procurem compensar com outras coisas ou situações que não ajudam em nada no caminho que tenho de trilhar. Como já referi, é uma decisão que faço por achar que o prejuízo é menos pior do que ter que enfrentar a rua neste momento. Como também já referi, existe uma postura que terei que ter para que a razão, o direito democrático e a justiça estejam do meu lado. Tendo essa postura, não importarão as consequências que me possam dar, porque tenho o principal do meu lado e, aconteça o que me acontecer, o facto de ter a razão, o direito democrático e a justiça do meu lado limpar-me-á a minha consciência de qualquer peso dos atos que possa ter cometido, porque tais atos são condizentes com o direito democrático, a razão, a liberdade e a justiça. Durante todo o tempo até ao dia em que redijo este NP Diário, tenho explorado as aplicações de chats, lives e afins. Tenho tentado ter um contacto mais próximo com as pessoas. Nesse contacto que faço, existe uma constatação clara e óbvia que vislumbro: a maior parte das pessoas são fúteis e interesseiras, ligando só para os valores materiais. Tais aplicações estão "carregadas" de pessoas assim. Em tal ambiente é completamente inglório publicitar todo o meu trabalho e as minhas ideias. Ainda assim, estou nessas aplicações com o meu nome, foto e em algumas delas publiquei o logotipo do Pinhalismo. Portanto, se alguém quiser e tiver interesse, tem os caminhos para saber mais e dar, por exemplo, a este NP Diário. É legítimo que as pessoas sejam fúteis e interesseiras, tal como é legítimo que eu valorize o lado intelectual de cada um em detrimento da sua condição patrimonial e social. É por esta razão que eu não me posso esconder. Tenho que vincar o meu pensamento, mesmo sabendo que numa primeira fase serei ignorado e, numa segunda fase, gozado e ridicularizado. Tenho de me motivar com o facto de as pessoas com quem interajo nestas apps não terem a noção da sorte que estão a ter em interagir com uma das maiores mentes que já existiu no mundo. Esta sentença soa a soberba? Sim. Face ao que constato, é muito difícil não ficar com soberba. Cabe à minha humildade lembrar-me logo depois que eu não sou ninguém e que sou insignificante, como todos aqueles com quem interajo e não só. Ser desvalorizado e não ser notado é uma vantagem enorme. Para o que tenho de fazer, devo gozar do desinteresse geral, caso contrário será provável que nunca irei conseguir concluir a versão ALFA do Manifesto Pinhalista. ❞ |
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📓 NP Diário #55 · 📅 28 de Outubro de 2023 ás 22:37
🔹 Tenho frequentado uma APP de Lives | Não tenho constado nada de novo sobre os portugueses
📝 ❝ Vila Real, 28 de Outubro de 2023, pelas 22:37. Nestes últimos dias tenho frequentado uma aplicação de lives. Nessa minha experiência te...❞ 📝 ❝ Vila Real, 28 de Outubro de 2023, pelas 22:37. Nestes últimos dias tenho frequentado uma aplicação de lives. Nessa minha experiência tenho constatado o que por diversas vezes tenho referido sobre a população nativa portuguesa. As pessoas dão por adquiridos os direitos e liberdades, deixando de lutar por eles. Acomodam-se ao novo normal sem direitos e liberdades, aceitando até assumir uma realidade completamente diferente daquela que vivem, resultando na rejeição da sua realidade. Esta rejeição da própria realidade, em muitos casos, é um encobrimento, por parte do próprio, de situações de discriminação que lhe são direcionadas. Eu não aceito isso. Não aceito porque não posso aceitar. O sentido democrático e de zelo pelos demais não me deixa aceitar tal situação. Aceitar tais situações seria contribuir para as mesmas, mas pior, seria "trair" os meus princípios morais. A experiência nesse aplicativo de live reforça a minha noção de que o meu caminho será extremamente solitário. Tenho de preparar a minha mente para a solidão, foco, e não posso ceder a impulsos animais. O que me pode fazer sair da postura correta é a minha incapacidade de me controlar perante os impulsos animais, que resulta na perda do foco e em ações que podem ir contra os meus princípios morais e contra o Pinhalismo. É devido a esta incapacidade, que ficou latente no NP Vida Real #03, que me tenho submetido a um ambiente que não ajuda no que tenho de fazer e melhorar. No entanto, consigo ter "ferramentas" para controlar os meus impulsos animais num caso de emergência. Acredito que a conclusão da APP, para além da sua utilidade prática, me dará um alento psicológico muito grande que ajudará a minha razão a sobrepor-se ao meu instinto animal, resultando assim na sua dominação. Obviamente que nesse aplicativo de lives tenho uma amostra do que poderei encontrar na rua. Terei a noção real quando interagir e conversar com as pessoas cara a cara. O que espero para essa altura é que o que tenho afirmado sobre a população nativa portuguesa esteja errado. No entanto, essa esperança é pequena. Após o que ficou demonstrado no NP Vida Real #03, não existe espaço para ilusões sobre a realidade do que são as pessoas e pelo que elas se movem. Como referi, o meu foco é a APP do Pinhalismo. Ainda que passe por momentos de desmotivação, tenho avançado e, com esse avanço, tenho-me especializado cada vez mais na lógica de programação e na linguagem PHP. Conseguir criar esta APP será extremamente importante porque, para além do que já afirmei, quando me tentarem inferiorizar de uma forma profunda, eu tenho que me lembrar desta APP. Com essa lembrança, tenho que ter a noção que não é qualquer um que consegue criar o que eu estou a criar, nas condições em que estou a criar. Estes pequenos sucessos serão a base a que me agarrarei quando a luta pela dignidade de vida e liberdade estiver a ser atacada por todos os lados. Estarei completamente sozinho nessa luta. No entanto, é preciso esclarecer a palavra sozinho. Quando falo sozinho, refiro-me sem o apoio e companhia de outro ser humano. No entanto, terei figuras invisíveis poderosíssimas comigo como a justiça, o direito democrático, a humanidade, a bondade, a legitimidade, a razão, a evolução e, o mais importante, a matéria. Eu sou obrigado a dar a minha vida e a minha integridade física ao serviço do que acabo de referir, mesmo sabendo que morrerei ingloriamente e que, com a minha morte, toda a minha obra e trabalho será apagada. Ainda assim, com essa noção, eu tenho de continuar. É isso que a matéria espera de nós: que façamos o nosso papel. O meu papel é lutar por uma consciência mais humana. ❞ |
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📓 NP Diário #54 · 📅 15 de Outubro de 2023 ás 05:39
🔹 O meu objetivo a curto prazo é a criação ALFA do Manifesto Pinhalista | Relatividade do Tempo e Espaço
📝 ❝ Vila Real, 15 de Outubro de 2023 pelas 5:39. Estou neste momento a trabalhar na APP do Pinhalismo. Ainda estou na fase inicial, mais precisamente,...❞ 📝 ❝ Vila Real, 15 de Outubro de 2023 pelas 5:39. Estou neste momento a trabalhar na APP do Pinhalismo. Ainda estou na fase inicial, mais precisamente, a desenvolver um mecanismo de LOG, em que regista todo o processo que é executado e me apresenta, ao programador, todo esse processo numa tabela. Esta ferramenta será útil porque, à medida que a APP for crescendo, poderão surgir conflitos com o código já feito. Este LOG ajudar-me-á a identificar esses conflitos de uma forma mais rápida e assim a poupar tempo. A forma como o texto será escrito terá como objetivo dar a entender ao programador a lógica de determinado processo. Muitas vezes identifica-se onde está o erro, mas para o resolver é preciso perceber a dinâmica e a lógica na qual o código foi desenhado. À medida que vamos avançando, a lógica pode mudar, ou foi utilizada uma lógica específica para uma situação específica. Este LOG ajudará o programador a entender essa lógica sem ter que analisar o código. Como já referi anteriormente, deveria enveredar por algo mais simples, mas algo mais simples será limitado e, num cenário em que a censura do estado aja sobre os meus conteúdos, uma aplicação mais simples poderia não ser suficiente para garantir a salvaguarda do conteúdo Pinhalista. Se seguir o Pinhalismo, terei a razão e o direito democrático do meu lado. Este facto irá afetar muitos que detêm o poder físico e legal, e espero que ignorem toda a lógica e direito democrático ao qual deveriam ser estritamente submissos, para me censurar. Tenho aguentado uma situação que me é difícil, precisamente para poder ter ferramentas em contexto de rua, para registar e organizar todos os acontecimentos que se passarem comigo. Quando voltar para a rua, a minha postura não será igual à representada nas 17 partes do NP Vida Real #03. O Pinhalismo faz-me falta a mim. Têm sido os "recortes" do Pinhalismo na minha mente que me têm ajudado, em vários âmbitos, a lidar com tudo o que se passa comigo, sem me descontrolar. Eu próprio, criador da ideologia, preciso dela. Preciso que estes "recortes" que agora estão na minha mente sejam organizados num livro, de forma que eu possa, sempre que precisar, ler para ter a postura certa e não ceder à tentação de desvios. Quando penso no sentido de tudo isto, chego à conclusão que o Pinhalismo está a ajudar-me a sobreviver com o objetivo da sua criação, como se de um ser consciente se tratasse. O meu objetivo a curto prazo é a criação da versão ALFA do Manifesto Pinhalista, A Consciência de Deus. Após criar a versão ALFA, o meu objetivo de vida, até que o livre arbítrio de terceiros me leve ou simplesmente a matéria que compõe o meu corpo se canse, será desenvolver a Versão ALFA do Manifesto Pinhalista até à versão Definitiva. O referido desenvolvimento irá exigir muito estudo da minha parte, porque haverão partes do Manifesto Pinhalista que terão que ser bastante aprofundadas, nomeadamente a relatividade do Tempo e Espaço. A verdade é que tudo começa a fazer sentido. Todos os meus gostos "encaixam" na perfeição. Física, história, eletrónica, filosofia e programação. Todos estes gostos serão integrados e aplicados durante a criação e desenvolvimento do Manifesto Pinhalista. O meu sonho de criança sempre foi ser cientista de Física. Mas desde cedo desisti dessa ideia por achar que não teria capacidade. Acho que foi o maior erro da minha vida. O que estará impresso no Manifesto Pinhalista será algo muito maior que ser cientista de Física. No entanto, tenho um longo caminho a percorrer. Tenho de lutar contra vários instintos primários do ser humano, que facilmente me desfocam. Tudo tem uma lógica. Eu estou reservado a algo muito maior que a fama ou dinheiro. É isto que constantemente eu não me mentalizo, mas terei que interiorizar por completo esta ideia. Talvez eu não tenha noção do quão grande sou, afinal a minha grandeza não reside naquilo que os outros acham, mas na capacidade de perceber o que a matéria espera dos seres que ela compõe, e a compõe a ela. Tudo é um processo. Basta analisar o início como Nómada Português. Pouco a pouco lá chegarei e ser desconhecido ou tido como "burrinho", "palhaço" ou "otário" é a melhor coisa que me pode acontecer. Porque o dia em que as pessoas se aperceberem da minha grandeza, isso será um problema para mim, porque muitas não irão gostar do que essa grandeza representa. Quando esse grupo de pessoas tomar consciência de tal grandeza, já o Pinhalismo deve estar sedimentado, e provavelmente eu já não cá estarei para que elas se "vinguem". ❞ |
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📓 NP Diário #53 · 📅 01 de Outubro de 2023 ás 18:49
🔹 A culpa do estado das coisas em Portugal é da população nativa
📝 ❝ Vila Real, 1 de Outubro de 2023, pelas 18:49. Tenho avançado timidamente na APP do Pinhalismo pelos motivos que referi nos NP Diários anteriores...❞ 📝 ❝ Vila Real, 1 de Outubro de 2023, pelas 18:49. Tenho avançado timidamente na APP do Pinhalismo pelos motivos que referi nos NP Diários anteriores, mas durante o tempo em que não estou a desenvolver a APP, dedico-me a mentalizar-me de que irei enfrentar momentos extremamente difíceis e que, até que cumpra o meu objetivo de vida, não me posso descontrolar. O meu objetivo de vida é a criação de, pelo menos, a versão ALFA do Manifesto Pinhalista. O meu foco tem de ser esse, e durante todo o processo devo registar tudo o que for ocorrendo comigo, principalmente a forma de agir das demais pessoas. Antes eu acreditava que a maioria das pessoas eram inocentes face ao estado atual das sociedades, porque o poder era ou foi capturado por uma elite que confunde e manipula as pessoas para que estas a apoiem e se mantenha no poder. Poder esse que é utilizado para oprimir e explorar os manipulados. Em muitos países ocorre muito o que acabo de descrever acima, mas no caso de Portugal não é assim. No caso de Portugal, a culpa do estado das coisas é da própria população, principalmente da população nativa de Portugal. Este facto tem de fazer com que aprenda a lidar com este tipo de pessoas, que querem o mal do seu semelhante. É certo que me posso surpreender e enganar, o que seria bom se acontecesse, mas tenho sérias dúvidas que isso possa ocorrer dado o que tenho visto até este ponto. Para se comprovar o que acabo de dizer, basta irmos à procura de pessoas para identificar os problemas de Portugal e pensar em soluções para os mesmos, e iremos verificar que praticamente ninguém está disponível para isso. As pessoas em Portugal, principalmente as nativas, são acomodadas. Um comodismo que gera confusão quando estudamos a história de Portugal, visto que a população nativa de Portugal descende do valente e destemido povo lusitano ou que descende da valente geração que se lançou ao mar para descobrir o mundo. Ainda que a culpa do que me ocorre a mim seja dos demais, pelo menos na sua maioria, tenho de respeitar até onde é permitido respeitar. O limite é a minha liberdade, honra e dignidade, que também têm sido afetadas. É por isso que não me posso dar ao luxo de ter vergonha. Quando alguém é violentado na sua honra, dignidade e liberdade, não pode existir lugar para vergonha. Torna-se imperativo tomar determinadas atitudes, não porque tenha opção, mas porque a violação da linha liberdade, honra e dignidade foram seriamente afetadas. O Pinhalismo irá prever várias formas de adaptação e comportamento de acordo com cada tipo ou nível de repressão, inclusive o nível máximo de repressão feito por um estado à sua população, como é o que existe na Coreia do Norte. A função do mal é trazer o bem para o seu lado, e a função do bem é manter-se naquela posição, independente das condições e do que possa ocorrer. É esse o meu desafio neste momento: eu e o Pinhalismo representamos o bem. O Pinhalismo representará sempre o bem, já eu sou falho e será um desafio manter-me do lado do bem perante a miséria, fome, descaso e insensibilidade dos demais semelhantes. A nossa maior "arma" é não obedecer ou acatar as ordens que nos possam dar, desde que essa desobediência não resulte num dano maior para os outros do que para nós próprios. Os maiores prejudicados da nossa desobediência devemos ser nós próprios. Enquanto assim for, nós estaremos sempre do lado certo. ❞ |
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📓 NP Diário #52 · 📅 29 de Setembro de 2023 ás 21:05
🔹 A APP do Pinhalismo será uma espécie de "Framework" PHP | Estão previstos a criação de 4 sites iniciais
📝 ❝ Vila Real, 29 de Setembro de 2023, pelas 21:05. Nestes dias tenho tentado equilibrar o meu psicológico, tendo como objetivo de fundo a mentaliza...❞ 📝 ❝ Vila Real, 29 de Setembro de 2023, pelas 21:05. Nestes dias tenho tentado equilibrar o meu psicológico, tendo como objetivo de fundo a mentalização para enfrentar os tempos difíceis que se avizinham. Tenho continuado a fazer a aplicação do Pinhalismo na linguagem de programação PHP, mas tem avançado lentamente e este facto gera mais ansiedade em mim. Tinha previsto no início uma APP mais simples, mas o meu rigor e perfeccionismo não me deixam fazer algo simples, porque sei que algo simples será "lixo" que pouco se poderá aproveitar. Veja-se o exemplo do atual INFO MAKER. Eu não vou aproveitar nada do atual INFO MAKER e o atual INFO MAKER não tem estrutura para ser atualizado. A APP deixará de ser uma simples INFO MAKER para ser algo próximo de um construtor de sites que executarão funções específicas. É certo, também, que em versões futuras esta APP irá sofrer alterações profundas no seu código. Por exemplo, um componente que não irei comportar nesta APP é a criação de outros usuários ou grupos de usuários. Quando finalizar esta versão alfa desta APP, ela não estará pronta para ser distribuída, mas o código estará num ponto de partida para receber essa incrementação. O foco não é a distribuição, mas o uso pela minha parte. Através do painel de administração desta APP, eu poderei criar e gerir, pelo menos, três sites que terão os seguintes objetivos: - INFO MAKER: facilitar a criação de tópicos para o fórum Pinhalismo; - Registo de gastos financeiros pela minha parte; - Registo e organização de médias próprias e externas utilizadas em interesse do Pinhalismo (medida contra a censura); - Site informativo e com possibilidade de contacto, para trabalhos que possa fazer a título individual. Todos os sites usarão funções e classes comuns, que serão chamadas as funções e classes de sistema. Desta forma, quando atualizar estas funções e classes, automaticamente estarei a atualizar em todos os sites que delas se servirem. Como referi no título, esta APP mais se irá parecer com uma Framework do PHP, mas devido a muitas falhas e incapacidades não lhe quero dar esse nome ou designação. O ideal seria conseguir blindar-me de tudo o que é externo e focar inteiramente na construção desta APP, mas ainda não sou tão forte assim. Ainda me deixo afetar muito pelo exterior. Sinto-me um cobarde e incapaz e não tenho dúvidas que um dia, quando atingir o nível mental e espiritual superior, olharei para este tempo e constatarei o tempo que desperdicei. No entanto, para que as coisas funcionem não basta foco. Se me disciplinar e me obrigar a fazer a APP, sem estar mentalmente pronto ou focado para isso, será a mesma coisa que não fazer. Algo que aprendi nestes anos é que, para se fazer algo, é preciso estarmos prontos mentalmente para aquilo. Dou como exemplo o PHP: hoje manipulo e compreendo muito melhor o PHP do que manipulava em 2013, quando comecei a aprender esta linguagem. Coisas que me pareciam confusas em 2013, hoje parecem-me mais simples. É por isso que não se pode forçar nada, quando a nossa mente não está "virada" para determinado objetivo ou trabalho. Obrigar o corpo a fazer um exercício é algo fácil. Difícil é disciplinar a mente. A nossa mente é maioritariamente animal e, como tal, são os impulsos animais que a dominam. O nosso primeiro objetivo deve ser "domar" a nossa mente e, consequentemente, os nossos pensamentos, emoções e energias. "Domar" a mente é a chave para o sucesso e este "domo" faz-se com momentos em que estamos completamente parados, imóveis. Estar imóvel é o ponto de partida para começarmos a "lutar" mentalmente contra o nosso instinto animal, instinto que é extremamente poderoso porque, todos os dias e em qualquer lado, está constantemente a ser fomentado e incentivado. Um dos objetivos do Pinhalismo será, também, ensinar as pessoas a domarem o seu lado animal, mostrando-lhes porque é que isso deve ser feito. O Pinhalismo nada mais será do que um livro que terá como objetivo convencer as pessoas do que deve ser feito e seguido. No fim da leitura do Manifesto Pinhalista, cada um decide que caminho quer seguir. ❞ |
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📓 NP Diário #51 · 📅 23 de Setembro de 2023 ás 15:51
🔹 O meu objetivo de vida é criar e desenvolver o Pinhalismo | A "matéria" anseia por isso, a evolução precisa disso
📝 ❝ Vila Real, 15:51 do dia 23 de Setembro de 2023. Continuo, mesmo com forças contra, a construir a app em PHP que me irá auxiliar a registar e organiz...❞ 📝 ❝ Vila Real, 15:51 do dia 23 de Setembro de 2023. Continuo, mesmo com forças contra, a construir a app em PHP que me irá auxiliar a registar e organizar o conteúdo que for criando de forma mais fácil e eficiente. A APP está a demorar mais do que o previsto porque lhe estou a imprimir um grau de complexidade que será útil para o futuro. A APP terá uma base sólida para, se se decidir, por exemplo, criar um fórum próprio. A APP terá as bases para poder ser criado um fórum simples. Devo lembrar que o fórum que existe no domínio principal do npx.pt é uma versão "pirata" do fórum que é produzido e vendido pela XenForo. Se algum dia tiver problemas, eu não tenho possibilidade para pagar os valores que eles pedem e, como tal, a melhor opção deverá ser avançar para algo próprio. A base que agora estou a construir tornará a APP bastante versátil para o que pretender criar. Basicamente, o que estou a criar é um painel de controlo que me irá permitir criar páginas e instalar estilos para essas páginas. Depois, dentro de cada pasta correspondente a cada página, só tenho de criar as funções específicas que tornem a página específica dinâmica ao utilizador. É desnecessário para agora? Talvez, mas fazer a APP da forma que a idealizo pode demorar mais tempo, mas quando conseguir concluir irá trazer-me um impacto psicológico positivo, para além das funcionalidades que irei ter ao meu dispor. A minha vontade é enfrentar a minha realidade, que é viver na rua, mas sem um "background" que me permita registar todas as vivências pelas quais irei passar, tudo será em vão. Porque irei escrever a realidade, que vai contra a fantasia que todos os dias se propaga na comunicação social. A minha "arma" poderosa neste desequilíbrio de forças são os factos e provas do que irei escrever. O pior ignorante não é aquele que não sabe, é aquele que ignora a verdade, sabendo que aquilo em que acredita é uma fantasia e mentira. No entanto, quando chegamos a este ponto, a pessoa não é só ignorante, é também desonesta. No entanto, o estágio que acabo de escrever só o é e pode ser de forma consciente, ou seja, quando alguém ignora a verdade e insiste na mentira, sabendo que aquilo que defende é mentira, é uma opção daquele cidadão ou cidadã. Quando voltar à rua, a minha postura não será igual àquela que tive nas primeiras partes do NP Vida Real #03. Serei mais incisivo no que tenho de fazer. Nesta incisão serão criados confrontos e até conflitos, que é deveras necessário registar para que, posteriormente, as minhas palavras possam ter a prova factual de imagens e vídeos. É por tudo o que acabo de escrever que a APP é importante. Registar médias de forma fácil, criar tópicos em que só me tenho de preocupar com o texto desses tópicos, ou registar de forma fácil os gastos diários que tenho, são ações que me irão facilitar muito a vida. Eu tenho de ter a minha rotina, tenho de ter a rotina que posso ter para desenvolver as minhas teorias ideológicas. A matéria precisa disso e acho que esse é o meu objetivo na vida: a criação e desenvolvimento do Pinhalismo. Sinto que o importante é conseguir concluir, pelo menos, a versão ALFA do Pinhalismo. A versão ALFA já terá muitas diretrizes do caminho que se deve tomar, se as sociedades quiserem estar de acordo com a Matéria. Chegados aqui, surge uma questão: "Precisas de concluir o Pinhalismo para quem? Ninguém estará interessado nisso." A este pensamento eu respondo: "Cada um com a sua função." A minha função é criar uma ferramenta importante para que as sociedades possam evoluir ao encontro daquilo que a Matéria deseja. Não é minha função convencer as pessoas, até porque o convencimento surge do raciocínio e pensamento próprio e isso eu nunca poderei fazer por ninguém. ❞ |
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📓 NP Diário #50 · 📅 21 de Setembro de 2023 ás 17:56
🔹 Sinto que irei falhar e me irei descontrolar em breve | Uma vez descontrolado, não haverá volta atrás
📝 ❝ Vila Real, 17:56 do dia 21 de Setembro de 2023. Por mais que nós possamos tentar seguir o caminho certo, a sociedade e o "sistema" tentam, consta...❞ 📝 ❝ Vila Real, 17:56 do dia 21 de Setembro de 2023. Por mais que nós possamos tentar seguir o caminho certo, a sociedade e o "sistema" tentam, constantemente, que saiamos dessa postura correta para uma postura incorreta, para que depois essa mesma sociedade e "sistema" possam usar isso contra nós. É a nova forma de ditadura: promover o erro do cidadão para que depois se use isso para o oprimir, prender e humilhar de forma a que ele, o cidadão, faça o que o "sistema" e sociedade querem. Infelizmente, muitas vezes as pessoas perto de nós, que sofrem tanto ou mais que nós, são as promotoras da opressão e exploração promovida pelo "Sistema". O que acabo de referir ocorre comigo sempre que venho para Vila Real. Todo o esforço, foco e concentração que tenho em disciplinar a minha mente se dissipa quando estou aqui em Vila Real, com a minha contenção e controlo da minha raiva e ódio. Eu sozinho consigo criar um ambiente de paz, bondade e energia boa à minha volta. Quando sou eu a mandar num ambiente, esse ambiente fica com essa energia positiva à sua volta, abafando as más energias. O problema é que a única oportunidade em que consigo criar o que acabo de descrever é quando estou a viver na rua, na minha tenda. Mesmo assim, acaba por existir a opressão e negatividade que o "Sistema" e sociedade imprimem sobre mim, de forma a me manipular e me obrigar a tomar decisões que me irão penalizar a mim e beneficiar o "Sistema". É uma luta constante porque, estando na rua, luto contra a fome e disciplina pessoal, mas aqui em Vila Real a luta é contra o negativismo, falsidade e hipocrisia de proximidade. Tem sido assim nos últimos anos e isso tem resultado numa inércia na minha evolução. Tenho sido muito diplomático, mas estou a chegar a um ponto em que tenho que tomar uma séria decisão: se não for possível fazer as coisas a bem, elas terão que ser feitas a mal. A mãe natureza tem-me ensinado isso. Idealizo fazer as coisas da forma certa, idealizo ter um background por detrás que me irá motivar e que me irá ajudar a manter a calma e a razão sempre presente. Conseguindo isto, eu serei imbatível, mesmo sem qualquer apoio de ser humano, porque eu terei o mais importante do meu lado: a razão, o direito democrático, a liberdade, a dignidade, a bondade, a justiça e, o mais importante, as leis da matéria. Acho que o que acabo de referir não será possível porque vivemos num tempo em que os heróis são vilões e os vilões viram heróis. Não conseguirei controlar mais a raiva e ódio dentro de mim e isso irá resultar em distúrbios sociais e materiais que me levarão à prisão e, quando isso ocorrer, o "Sistema" ganhou, com a ajuda dos poucos que me estão próximos e que deveriam estar do meu lado nesta luta contra o "sistema". Se me descontrolar, tudo mudará. Deixarei de ter "amigos" (que não os tenho) ou família. Não aceitarei, a partir desse momento, quaisquer "amarras". A partir desse momento, as pessoas só têm duas opções: ou estão comigo ou estão contra mim. Ser bom e querer o bem dos outros só nos penaliza nesta sociedade. Tenho tentado todos os caminhos alternativos à tempestade e intolerância, mas o que tenho conseguido é o aproveitamento dos outros para me tentarem manipular, oprimir ou explorar. Como já referi em outras oportunidades, eu tenho sido cobarde. Mas mais cobarde e repugnante tem sido a sociedade e o "sistema" por me fazerem o que me têm feito durante a minha vida toda. Em todo o caso, mesmo que siga caminhos tempestuosos, o meu norte será sempre a justiça e as leis da matéria. Se posso pedir algo a Deus, que é a matéria, é que me ilumine e impeça que eu perca o controlo, porque se o "sistema" ganhar, o problema não será eu perder, mas quem mais perderá será a matéria. No entanto, surge uma questão na minha mente agora: como é que a matéria perde se o mundo irá ser destruído em breve? Olhando para as pessoas, elas nunca entenderão o que será escrito no Manifesto Pinhalista, e se o ser humano não mudar a sua mentalidade, a sua existência, como a existência de todos os seres vivos da Terra, estão condenados à destruição. Portanto, não fará diferença o que me acontecer a mim ou se o "sistema" ganha agora, porque quem de certeza que ganhará no final será a matéria e sempre a matéria. Nós somos insignificantes. ❞ |
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📓 NP Diário #49 · 📅 20 de Setembro de 2023 ás 13:54
🔹 Sigo construindo a APP para me auxiliar no registo e organização de conteúdo
📝 ❝ 20 de Setembro de 2023, pelas 13:54 em Vila Real. Voltei a Vila Real. A verdade é que fazer a nova aplicação de INFO MAKER, e não só, em cont...❞ 📝 ❝ 20 de Setembro de 2023, pelas 13:54 em Vila Real. Voltei a Vila Real. A verdade é que fazer a nova aplicação de INFO MAKER, e não só, em contexto de rua não seria fácil. Tenho enfrentado muitos dilemas, mas a verdade é que a vivência de rua deve ser registada e organizada para que, depois, esses registos possam servir de prova para teses e acusações que irei formular posteriormente. Ter uma aplicação online que me possa facilitar esse registo e organização é extremamente útil e necessário. O problema é que eu sou perfeccionista e, de uma aplicação simples, começo a transformá-la maior. Neste momento, a aplicação que projeto terá duas funcionalidades principais, sendo elas: "tópico maker" e registo de gastos e consequente cálculo desses gastos. A aplicação é mais complexa porque terá um elevado nível de edição através de um painel de controlo, dispensando assim a edição de código fonte ou da base de dados diretamente. A aplicação é feita toda de raiz por mim e, por isso, a determinada altura é preciso reestruturar o projeto de início porque constato que determinado procedimento não é o mais correto. Estas ações geram atrasos e, por consequência, desmotivação. Tenho de combater a desmotivação porque o natural é eu viver em contexto de rua como mendigo de forma definitiva. Quando assim for, devo ter um "background" para registar todas essas vivências. Tenho de aproveitar este tempo e obrigar-me a trabalhar. Sei que, quando concluir a aplicação como a projeto, isso será uma fonte de motivação. Dia 15 de Setembro fui ao almoço de anos da minha mãe, em que estive com o meu irmão e a minha irmã. Algo que me agradou saber nesse almoço é que o meu irmão poupa o dinheiro dele e pede aos outros para lhe comprarem as coisas. É uma mentalidade financeira fantástica. Como já referi, o maior luxo que um pobre pode ter é ter vergonha. ❞ |
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📓 NP Diário #48 · 📅 10 de Setembro de 2023 ás 17:34
🔹 Participação da rentrée do Bloco de Esquerda de 2023 | Não vejo soluções para a habitação em Portugal
📝 ❝ 10 de Setembro de 2023, pelas 17:34 horas, Viseu. Tenho aproveitado o acesso ao conforto que tenho tido para continuar a criação do novo info ma...❞ 📝 ❝ 10 de Setembro de 2023, pelas 17:34 horas, Viseu. Tenho aproveitado o acesso ao conforto que tenho tido para continuar a criação do novo info maker, ainda que em determinados momentos "bata" a desmotivação, o que é normal devido aos ciclos de humor que tenho tido desde sempre. O novo info maker tem corrido bem, e já tenho tentado criar várias situações que serão úteis para o futuro. Ainda estou na parte da gestão da informação do cliente e carregamento e execução de procedimentos iniciais, para executar o APP (info maker). **1- A pressão para regressar a Vila Real e o Jantar-comício do CHEGA em 2019** Já tenho pressão para dia 15 de Setembro voltar para Vila Real. Não quero ir, porque o ambiente é prejudicial para a minha evolução psicológica e emocional. Nestes dias, sozinho em Viseu, tenho conseguido ter algum sucesso na disciplina sobre a alimentação e financeiro. Em 2019 fui a um jantar-comício do partido CHEGA, onde, naturalmente, foram tiradas fotos. Penso que para se falar de determinados partidos com propriedade e profundidade, devemos ter um contacto mínimo com a militância desses partidos. O partido CHEGA tem posições, em algumas temáticas, muito agrestes da minha posição, sendo a principal área de divergência entre mim e esse partido a área económica. Como é óbvio, não me identifico, ideologicamente, com o CHEGA, nem com nenhum partido ou ideologia do espectro político português. No entanto, caso algum dia tenha projeção mediática, tais imagens do jantar-comício do CHEGA poderão "vazar", e assim esse facto ser utilizado para me associar ao CHEGA, partido com o qual, mais uma vez, não tenho nada a ver, ainda que lhe reconheça argumentação política em algumas áreas de intervenção desse partido. **2- Meu desejo de ir a outro evento político, de outro partido** Em consonância com o que é referido, desde 2019, após ter ido a esse evento partidário do CHEGA, foi meu desejo ir a outro evento partidário de outro partido político sediado em Portugal. No fim de semana da redação do presente NP Diário, surgiu a oportunidade, uma vez que o Partido BLOCO DE ESQUERDA decidiu organizar o "Fórum do Socialismo" na Escola Superior de Saúde de Viseu. Decidi frequentar o referido "Fórum do Socialismo". Inscrevi-me no local indicado na manhã do dia 8 de Setembro de 2023, e no final desse dia, pelas 21:30, fui assistir à sessão de abertura do referido evento político, denominado "Sessão Internacionalista: Combater o neofascismo". Na mencionada sessão marcaram presença diversas personalidades ilustres do BLOCO DE ESQUERDA, incluindo a recém-eleita coordenadora do partido, Mariana Mortágua. **3- Rentrée do Bloco de Esquerda, Fórum Socialismo - Debates para a alternativa** Tenho que admitir que esperava um ambiente mais extremo ou extremista, dada a imagem que é passada nos meios de comunicação social. Tal como ocorreu com o evento do CHEGA, estive na presença de pessoas normais, que muitas vezes se deixam levar pela polarização e extremização que é feita de forma a beneficiar esses espectros políticos. Com relação ao discurso proferido nas intervenções das convidadas, e em coerência com o referido título, os discursos focaram que se tem de combater a extrema direita, o que para mim só pode ser feito através do combate e eliminação das dificuldades sociais que as pessoas enfrentam no seu dia a dia. No dia de ontem, sábado 9 de Setembro de 2023, o horário ao longo do dia estava dividido em 5 horários em que, em cada um dos horários, devíamos escolher uma sessão ou tema. **4- Comecei o dia 9 de Setembro por frequentar a sessão das 10h, intitulada "Precários 5 estrelas: Como resistir ao capitalismo de plataforma?"** Como esperado, a parte da palestra ocupou a maior parte do tempo da sessão, deixando muito pouco tempo para o debate propriamente dito. O orador fez uma boa análise dos problemas que os trabalhadores TVDE, e de outras plataformas, enfrentam, como também mencionou um ponto importante: que a legislação vigente desse setor serve para desresponsabilizar as plataformas de responsabilidades associadas à operação. Como seria de esperar, a preocupação do orador foi com os trabalhadores, colocando o que se designa "Operador TVDE" como se contribuísse para o problema, esquecendo-se que muitos "Operadores TVDE" são, na verdade, meros trabalhadores ou motoristas TVDE que foram obrigados a constituir-se de tal maneira para poderem trabalhar no setor. Eu fui um claro exemplo disso. Ainda que tenham apontado alguns problemas certos, omitiram muitos outros problemas graves do setor e as soluções propostas focam mais a intervenção na gestão da atividade, como por exemplo querendo que as plataformas assumam o vínculo com os motoristas, do que na melhoria de condições desses mesmos motoristas. Existe uma distância entre mim e o orador no que toca à análise dos problemas do setor TVDE e respetivas soluções. No entanto, é de louvar que haja um partido político que, pelo menos, fale deste problema. **5- Sessão das 11:30 - "O que o capitalismo tem a ver com a saúde mental?"** Nesta sessão, o orador, ainda que associe a causa da degradação da saúde mental dos trabalhadores exclusivamente ao capitalismo, admite que o trabalho pode contribuir para a referida degradação da saúde mental do trabalhador. De todas as sessões do dia, esta foi aquela em que a minha posição e a do orador estão mais próximas. O orador referiu pontos muito importantes, alguns dos quais tenho vindo a alertar neste meu espaço desde o começo. Foi referido pelo orador que a degradação da saúde mental do trabalhador é uma "ferramenta" do capitalismo, que eu substituo por "sistema", para fazer o trabalhador trabalhar mais. Com a degradação da saúde mental do trabalhador, existe depois um processo que serve para que o trabalhador se culpe a si próprio daquela condição que foi causada pelas condições de trabalho e de vida a que está submetido, às quais o trabalhador é muitas vezes alheio. Fazem parte do referido processo, por exemplo, os mental coaching, em que estes nunca admitem que a culpa está no "sistema", mas sim na pessoa. O orador refere ainda o impacto psicológico negativo que o desemprego pode ter para o cidadão. No entanto, eu acredito que existem situações de trabalho que impactam mais negativamente o cidadão do que uma situação de desemprego. Foi, de facto, uma sessão muito boa. Só tenho pena que o partido Bloco de Esquerda não leve muitas questões que foram discutidas nessa sessão a um âmbito nacional, e opte por outras questões, que também podem ter a sua importância. **6- Sessão das 14:15 - "Regionalizar é levar o país a sério"** Eu acho que as regiões devem ter autonomia do poder central. No entanto, isso não quer dizer independência completa. Fui à referida sessão para perceber qual o conceito de regionalização que os oradores têm para o país. Na mencionada sessão, os oradores falaram dos pontos positivos que a regionalização traz, falaram dos argumentos usados contra a regionalização e como se deve rebatê-los. Ficou claro que os oradores apoiam a regionalização, no entanto não foi explicado em específico como seria aplicada ou concretizada essa regionalização. Tal como em momentos de sessões anteriores, os oradores culparam o Partido Socialista pelo estado em que o país se encontra nas áreas específicas das sessões. Em todo o caso, os oradores deixaram claro que a questão da regionalização precisa de ser mais discutida e debatida, situação da qual concordo. **7- Sessão das 16:00 - "Diversidade funcional: longas lutas, curtas vitórias"** Tenho de admitir que a minha ida à referida sessão foi um "acidente". Tinha planeado ir à sessão que se intitulava "Ferrovia em Portugal: mobilidade, coesão, património", mas infelizmente foi suprimida. Perante este acontecimento, dirigi-me à sessão que se intitulava "Os perigos da guerra e os caminhos para a paz", mas ao chegar à sala da mencionada sessão, constatei que se encontrava cheia. Perante o que acaba de ser mencionado, resolvi escolher, meio que à pressa, outra sessão para ir. Não queria ir a uma sessão que falasse sobre a questão ambiental, porque sabia que a distância entre o que eu penso e a dos oradores seria grande nesse tema. Decidi entrar, mesmo não sabendo ao certo do que se tratava, na sessão "Diversidade funcional: longas lutas, curtas vitórias". Admito que foi uma surpresa pela positiva. Um orador era diretor de uma escola que treina cães-guia para pessoas cegas e contou-nos, durante a sua intervenção, como é feito o processo e como se processam as coisas. O segundo orador era uma pessoa de cadeira de rodas que nos tentou explicar, durante a sua intervenção, que as pessoas com deficiência devem ser tratadas de forma normal e não como especiais. Explicou-nos que, mesmo com as limitações que possa ter, uma pessoa com deficiência pode fazer uma vida normal e pode atingir tantos ou mais objetivos que as demais pessoas na sociedade. Como referi, ainda que tenha sido um acidente, foi a sessão que mais gostei nesse dia de sábado. No entanto, ainda que o orador em cadeira de rodas não goste que tenhamos pena ou que tratemos as pessoas com deficiência de forma diferente, eu sinto uma admiração enorme por essas pessoas porque, se amanhã tivesse um acidente e ficasse limitado fisicamente, acho que não iria conseguir conviver com esse facto, porque vivemos numa sociedade que está construída para as pessoas "normais" e mesmo essas pessoas "normais" são discriminadas, o que dizer das pessoas com deficiência. **8- Sessão das 17:30 - "Da luta de classes aos 'novos movimentos sociais', onde está o proletariado?"** Após a experiência agradável da sessão das 16:00h, dirigi-me à sessão "Da luta de classes aos novos movimentos sociais, onde está o proletariado?". Já cheguei à sessão em "cima" da hora, o que resultou na minha entrada na sala com a sala cheia. Decido, mesmo assim, ficar para assistir à sessão. Na referida sessão, o orador expôs a sua opinião sobre o estado da luta de classes e do proletariado. Falou das adaptações e postura que a militância de esquerda deve ter para não perder espaço no espectro político. O orador mencionou a importância que a militância de esquerda tem para proteger os oprimidos e explorados pelo sistema. Acho importante que se fale dos oprimidos e explorados porque, na maioria dos momentos, existe a impressão que na sociedade contemporânea não existem oprimidos ou explorados. Ainda assim, o orador falou de uma forma muito abstrata, característica recorrente nos discursos e debates de esquerda, o que não me permitiu, por exemplo, saber o que para o orador significa oprimidos ou explorados. **9 - Dia seguinte de Sessões do "Fórum Socialista" e algum descontrolo financeiro** O sábado, 9 de Setembro, chegou ao seu fim e o balanço global que faço é positivo. Em termos de contabilidade pessoal, com a compra de um cinto para as calças e o almoço no Burguer King do Fórum de Viseu, a margem financeira que possuía esgotou-se, ficando com um saldo de 10 cêntimos negativos até àquele dia. Descontrolei-me nesse dia, mas nada está perdido. No dia seguinte volto a ficar com 4,9€ positivos e tenho a oportunidade de retomar a disciplina financeira a partir daí. No dia seguinte, domingo 10 de Setembro de 2023, pelas 10 horas, comecei o dia a assistir à sessão denominada "Como parar a tempestade perfeita na habitação", tema que a mim me diz muito. **10- Sessão das 10:00 - "Como parar a tempestade perfeita na habitação?"** Neste tema da habitação, que me é muito caro, fiquei bastante desiludido com o que foi referido pelos oradores. Os oradores referem que, para se resolver o problema da habitação em Portugal, se tem que tabelar as rendas, que temos que obrigar os donos a arrendar as casas vazias ou eliminar os alugueres não declarados. Referiram ainda que Portugal não tem falta de casas e que o problema está no tipo de procura, nomeadamente com os "nómadas digitais" ou investimentos imobiliários. Não foi referido o que fazer em relação a este tipo de procura. Criticaram, ainda, o alojamento local, bem como defenderam que construir mais casas em Portugal não é solução porque Portugal já tem casas suficientes. **11- Conclusão sobre o Evento do Bloco de Esquerda** Após a referida sessão das 10 horas, fui a outra que falava das desigualdades sociais, mas estava bastante desiludido com a falta de resposta para um problema grave que é o da habitação. Não existem em Portugal movimentos ou partidos políticos que defendam medidas eficazes e concretas para resolver este problema da habitação. Faço um balanço geral positivo do evento, mas claramente existe uma distância da minha posição para as que são defendidas pelo grupo de pessoas ligadas ao Bloco de Esquerda. Deixo algumas notas e perceções sobre o evento: - A intervenção dos oradores demora quase o tempo todo das sessões e o pouco tempo que sobra para debate é ocupado com intervenções longas, e muitas vezes que agregam pouco, dos demais participantes da sessão. Desta forma podemos considerar que não existe debate; - O objetivo do evento não é debater, mas tentar angariar militantes ou seguidores para o Bloco de Esquerda; - Existiu uma maior disponibilidade para abordar temas com uma maior proximidade, mas é certo que esses temas, opiniões ou conclusões não serão assumidos pelo partido Bloco de Esquerda; - Esperava um público mais jovem e mais fora do "padrão"; - Tentam defender medidas que possibilitem poder sobre os outros e coisas dos outros e tentam mobilizar as pessoas para que se aproveitem essas medidas que irão dar esse poder ao grupo que controlar essas entidades e instituições; **12- Fim do dia** Após sair do evento na hora de almoço, fui às compras, em que gastei 7€, ficando assim com um saldo negativo de 3€. Irá ser muito complicado sobreviver com 5€ por dia porque o custo de vida está a aumentar cada vez mais. ❞ |
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📓 NP Diário #47 · 📅 30 de Agosto de 2023 ás 07:10
🔹 Criar a nova "INFO MAKER" | Problema com carregador de PC | Difícil encontrar alguém para conversar
📝 ❝ 30 de Agosto de 2023, Viseu, pelas 7:10 da manhã. Tenho estado a reconstruir a app que irá substituir a "INFOMAKER" atual. Preciso de uma ferram...❞ 📝 ❝ 30 de Agosto de 2023, Viseu, pelas 7:10 da manhã. Tenho estado a reconstruir a app que irá substituir a "INFOMAKER" atual. Preciso de uma ferramenta que converta as minhas escrituras em tópicos padrões para o fórum. O "INFO MAKER" atual está muito confuso e, portanto, preciso de o refazer, de forma que fique mais claro e que possa comportar outras possibilidades, como, por exemplo, inserir os gastos diários. Estou na parte da gestão introdutória de dados, como variáveis de sessão, e agora irei para a parte dos cookies, que é importante para esconder determinadas partes do site dos meros visitantes. Preciso desta ferramenta, mas ao mesmo tempo sinto a pressão do tempo. A par desta pressão, existem todas as outras disciplinas e comportamentos que tenho de ter. Esta situação resulta em momentos de extrema desmotivação em que avanço devagar ou deixo de trabalhar na nova "INFO MAKER", o que atrasa mais o processo, que por sua vez gera mais pressão devido ao tempo. Originalmente, a nova "INFO MAKER" estava prevista para ser muito mais abrangente e servir como salvaguarda das médias que se iriam colocar no fórum. Fazer tal APP dará muito mais trabalho, o que me irá tomar mais tempo. Tempo que não tenho. Perante o que acaba de ser escrito, a nova "INFO MAKER" deverá servir como criador de tópicos das temáticas NP Diário e CP Tweet e registo de gastos diários. Refazer a app com um código mais claro tornará a adição de outras funcionalidades mais facilitada também. É possível que a criação de tópicos se possa estender a outras temáticas ou propósitos. A pressão e desânimo que descrevi acima fazem com que sinta falta de conversar para poder sentir algum calor humano. No entanto, não é fácil encontrar pessoas "compatíveis" comigo. O que observo quando tento procurar pessoas para conversar é que a maior parte das pessoas são interesseiras, seja no nosso estatuto social, nível patrimonial ou beleza exterior de acordo com os padrões que são definidos por alguns. Tenho mesmo de me habituar a estar sozinho. Tenho de ser socialmente "autossuficiente". Está "visto" que não terei o apoio das pessoas. Isso não significa que não tenha razão na minha postura. A razão, justiça, liberdade e direito democrático estão do meu lado. É por isso que se torna importante apontar e registar todo o processo. É devido ao que acabo de referir que é importante ter tópicos, temáticas e o conteúdo minimamente organizado. A minha força será o fórum e todo o "background" que estou a criar e organizar. Não me irá importar o que as pessoas acham, até porque a esmagadora maioria das pessoas não pensa pela sua cabeça. A maioria está sempre à procura da cabeça alheia para pensar e tomar decisões. Face ao que disponho, existe ainda o problema de o carregador do meu computador estar a dar problema. É preciso encontrar um jeito para colocar o computador a carregar ou ligado à corrente elétrica. Um carregador novo para o meu computador custa 95 euros. Não posso despender esse dinheiro num carregador. Tenho um carregador que tem o cabo danificado e posso tentar reparar esse carregador. No entanto, decidi comprar um terminal que converte a entrada de corrente elétrica do meu computador numa "fêmea" de USB-C. Este "conversor" custou por volta de 16€. No entanto, preciso de um carregador que forneça 12V a 2,58 Amperes. Comprei um carregador USB de 30W, por 18 euros, que fornece 2,5 Amperes a uma tensão de 12 Volts. Aqueles 0,8 Amperes são muito importantes, o que faz com que o carregador não dê para alimentar o computador eletricamente. Não posso gastar mais dinheiro e, dessa forma, só me resta tentar reparar o velho carregador. Ainda que o carregador e a peça "conversora" possam vir a ser úteis no futuro, parece que neste momento não irão fazer falta, o que se traduz em dinheiro gasto sem necessidade. Este facto desanima. Mas há que continuar em frente e avançar com a nova "INFO MAKER". ❞ |
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📓 NP Diário #46 · 📅 22 de Agosto de 2023 ás 21:44
🔹 Após vários revezes, vou começar a criar o Manifesto Pinhalista e a organizar o fórum
📝 ❝ Burguer King de Viseu, perto do Continente, a 22 de agosto de 2023, pelas 21:44, com a particularidade de estar a ouvir uma criança a fazer birra...❞ 📝 ❝ Burguer King de Viseu, perto do Continente, a 22 de agosto de 2023, pelas 21:44, com a particularidade de estar a ouvir uma criança a fazer birra. Muito tempo se passou desde o último NP Diário. Muito ocorreu desde então. Constatei que o cenário que projeto para a situação de discriminação da qual sou vítima desde sempre é pior do que eu pensava. O descaso e falta de compaixão estão num extremo tal, que não tinha noção que fosse assim. Como havia referido no último NP Diário, fui viver para a rua. O meu primeiro objetivo seria conseguir uma morada, para depois, com essa informação, começar a documentar todos os passos em episódios no NP Vida Real. Fui para esse terceiro episódio do NP Vida Real sem qualquer base ideológica ou legal, porque pensei que não seria preciso tal situação. Pensava que o Estado iria, no mínimo, fornecer algo para a qual o próprio exigia que os cidadãos conseguissem. Estava completamente errado. Até neste simples processo burocrático já se nota toda a opressão e imposição do "sistema". Imposição e opressão que têm como objetivo a nossa exploração. Sempre fui explorado e tratado como ignorante toda a vida. Na verdade, eu fui ignorante toda a vida. Quem acredita neste "sistema", sai penalizado e explorado e, ainda assim, continua a acreditar, é ignorante. Neste momento preciso de construir o meu texto ideológico, o Pinhalismo, e depois criar uma base legal para me poder defender. Faço o que acabo de referir em Viseu, devido à segurança e possibilidade de haver mais espaços para poder descansar, ao contrário de Lisboa, que é difícil encontrar espaços sem que haja barulho. Neste meio tempo, fui ver o que se passava com o meu pé e, mais uma vez, encontrei dificuldades e entraves. Nada neste país é fácil para alguém excluído e discriminado como eu tenho sido desde sempre. Tinha projetado organizar o fórum depois, mas, face aos acontecimentos e à necessidade de gravar o que se passa comigo constantemente, terei que o organizar minimamente para poder memorizar e organizar as gravações das situações que ocorram comigo. Mesmo fazendo o que acabo de referir, não é garantido que a censura não me irá apagar os conteúdos. Sinto, sinceramente, que vivemos num regime ditatorial em que nós não temos direito a nada, a não ser ser explorados pelo Estado e pelo "sistema". Mais do que "achismo", começa a ficar provado o que acabo de dizer. O NP Vida Real #03 tem exposto o que acabo de mencionar a nu, e acredito que ainda irá provar mais o que acabo de dizer. Agora é começar a organizar o fórum e continuar a produção do Manifesto Pinhalista. Vou começar a entrar numa fase em que não sei o que me pode acontecer e, portanto, é importante deixar registos feitos do regime repressivo e ditatorial em que vivemos. ❞ |
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📓 NP Diário #45 · 📅 21 de Janeiro de 2023 ás 22:22
🔹 23 de Janiero de 2023 irei virar sem-abrigo em Portugal | O destino cumpre-se
📝 ❝ Faço este NP Diário a 21 de janeiro de 2023. É o primeiro NP Diário do Ano de 2023. Neste momento estou a escrever este NP Diário no Pingo Do...❞ 📝 ❝ Faço este NP Diário a 21 de janeiro de 2023. É o primeiro NP Diário do Ano de 2023. Neste momento estou a escrever este NP Diário no Pingo Doce de Viseu localizado próximo ao cemitério de Viseu. Era para estar em Lisboa, como havia referido no passado NP Diário. Contudo, o medo e a cobardia fizeram-me adiar a minha ida para Lisboa. Não é fácil ir viver para a rua por tempo indefinido. Bem sei que já deveria ter lutado contra este medo e cobardia, mas o novo e o incerto deixam-me apreensivo. Não só o que acabo de referir foi o motivo para este adiamento, como também o meu pé voltou a doer. Tenho tentado recuperar nestes últimos dias, mas é certo que a lesão do pé será algo que irá continuar a ocorrer. Tenho tratado o pé com uns comprimidos Voltaren e com a pomada Ramongel. Melhorou bastante quando ontem tomei um comprimido e passei a pomada Ramongel. Ainda sinto alguma dor, de leve, e devido a este facto hoje irei tomar outro comprimido e passar a pomada Ramongel, porque segunda de manhã tenho que estar minimamente apto para andar. A minha ida para Lisboa estava prevista para 10 do presente mês, sendo que essa ida foi adiada para a próxima segunda-feira, 23 de janeiro. 13 dias de atraso. Foram 13 dias que passei sozinho e deu para refletir e ganhar alguma coragem do que terá que ser feito. Passados 14 anos, vou cumprir o que sempre foi o meu destino, ditado não por Deus, mas pela sociedade e estado português. Durante estes 14 anos tentei evitar este desfecho, mas eu nada consigo contra um pesado sistema que destrói e impõe a sua vontade. O que mais espero, quando viver na rua, é manter o foco no que tem que ser feito. Não é fácil manter esse foco e a disciplina, ainda mais para alguém que está fragilizado psicologicamente como eu estou devido ao que se passou nos últimos anos. Terei que escrever e registar vídeo e imagem com o meu telemóvel. Irei estar em permanente risco de ser assaltado de um momento para o outro e ficar, assim, impedido de continuar o registo do que irei passar. Em todo o caso, já tomei medidas para que, caso o telemóvel seja roubado, os dados fiquem a salvo. Não tenho esperança ou expectativa de rigorosamente nada. Nestes últimos dias tenho andado em algumas apps a falar com as pessoas e, nessas interações virtuais, constato o que já tenho dito aqui: as pessoas movem-se por interesses. É algo que gera mais desmotivação, mas também é algo que vou ter que aprender a conviver. ❞ |
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📓 NP Diário #44 · 📅 31 de Dezembro de 2022 ás 20:23
🔹 Final do ano de 2022 | 2023 tem que ser um ano de mudança
📝 ❝ Estamos a 31 de Dezembro pelas 20:23. O ano de 2023 está quase a chegar. 2022 foi um ano de estagnação e retrocesso para mim. Voltei a beber, a...❞ 📝 ❝ Estamos a 31 de Dezembro pelas 20:23. O ano de 2023 está quase a chegar. 2022 foi um ano de estagnação e retrocesso para mim. Voltei a beber, ainda que não seja de forma reiterada e que considere que o vício do álcool está controlado. Ainda assim, voltar a beber é um retrocesso. Não posso continuar assim em 2023. Continuar nesta situação de dependência de terceiro e anulação pessoal irá levar com que eu, a dada altura, não me consiga controlar, porque a raiva e o ódio vão-se acumulando dentro de mim até que um dia não os vou conseguir controlar e essa falta de controle resultará numa ação que não é compatível comigo e com a minha postura. Neste sentido, é essencial mudar para seguir em frente. Eu não posso me esconder mais e assentir que não existo e que não sou pobre ou que não tenho sido alvo de injustiças. Essa mudança irá dar-se a mais ou menos 10 de Janeiro de 2023. Nessa data irei para Lisboa e irei enfrentar aquilo que sou e sempre fui socialmente: pobre. Irei viver na rua e recorrer aos serviços sociais. Chega de ser invisível para os serviços sociais de Portugal. Não tenho fé nesses serviços sociais. Mas o que ocorrer comigo ficará registado e, depois, contra factos não há argumentos. Irei fazer NP Vida Real a relatar diversas situações de alguém que vive na rua e que é pobre. Foi para isso que essa temática foi criada. Não tenho esperança de nada a não ser rejeição e mais injustiça. Tem sido isso que Portugal me tem oferecido e garantido desde sempre. Será uma vida dura, mas é hora de tomar essa decisão. Se não tomar essa decisão, é certo que irei cometer uma loucura e, caso isso aconteça, sim, perderei toda e qualquer razão porque, a partir desse ponto, deixo de ser vítima para ser agressor. Neste ano de 2022 não consegui fazer nada. Foi um ano perdido. Não consegui organizar o fórum, que era o principal objetivo. Não consegui concluir o site para a gestão de media e info maker. Estes fracassos geram um ânimo negativo que contribui para mais fracassos. A verdade é que eu preciso de depender de mim próprio para avançar e evoluir. Depender de terceiro ou terceiros é dar poder a essa ou essas pessoas que, em determinadas alturas, elas usarão a seu favor. Ainda assim, a culpa é minha por não tomar uma decisão firme de me desvincular dessa dependência. Olhando para trás, toda a minha vida, de forma direta ou indireta, fui dependente ou tinha de responder a alguém. Esta situação sempre se verificou, eu trabalhando ou não. Ter trabalho só tornou a minha vida mais difícil do que ela já era. O que é algo contraditório, porque o trabalho ou emprego tem como objetivo, ou deveria ter, tornar a vida das pessoas mais fáceis. Como já repeti vezes sem conta, eu tenho de perder a vergonha que a sociedade nos incute pelo facto de termos uma condição social à qual não fomos nós que a escolhemos. É importante ignorar palavras e opiniões de pessoas que, normalmente, têm má índole e são desonestas, ainda que se saiba que são estas pessoas que dominam a sociedade. Esse é que é o problema. O meu raio de ação está muito, mas muito limitado à péssima sobrevivência. Nos primeiros tempos será preciso um trabalho mental de mentalização muito forte e espero que Deus me ajude. Não será fácil. Termino 2022 sem esperança que algo melhore, muito pelo contrário, tudo só piorará para mim devido à minha condição social. ❞ |
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📓 NP Diário #43 · 📅 15 de Agosto de 2022 ás 10:43
🔹 Vou-me arrastando com esta vontade de não fazer nada | Sinto-me sozinho
📝 ❝ Escrevo este NP Diário a 15 de agosto de 2022, pelas 10:43 no Pingo Doce do Lordelo, Vila Real. Nos últimos dias tenho sido dominado por uma fal...❞ 📝 ❝ Escrevo este NP Diário a 15 de agosto de 2022, pelas 10:43 no Pingo Doce do Lordelo, Vila Real. Nos últimos dias tenho sido dominado por uma falta de vontade geral. Não tenho conseguido ter ânimo para fazer nada porque o sentimento que tenho é que nada valerá a pena. Olho para o caminho que Portugal está a trilhar e vejo um futuro extremamente sombrio para pessoas da minha condição social de pobreza extrema. Sinto-me um condenado a esta condição social faça o que fizer. Ao dar-me conta desta triste realidade, perco a vontade de fazer o que quer que seja. Não existe nada que eu possa fazer para alterar o curso que Portugal está a tomar. É triste eu sofrer as consequências das decisões de terceiros. No entanto, ainda que viva este momento de inércia, tenho tentado mentalizar-me e acostumar para a realidade que referi. É extremamente importante eu mentalizar-me que as coisas são como são e que não existe nada que eu possa fazer. Dentro desta realidade, eu tenho que trilhar o caminho que me é possível trilhar. É mais fácil escrever do que fazer. Não consigo tomar coragem para tomar determinadas decisões que iriam acarretar consequências drásticas. Este meu estado inerte alimenta-se desta minha cobardia. As pessoas só pensam nelas próprias e tentam, dentro deste sistema injusto, triunfar pessoalmente. A maior parte dessas mesmas pessoas nunca irá conseguir triunfar e, quando se dão conta que é impossível vencerem na vida, em vez de se juntarem e lutarem para mudar as coisas, preferem escolher o caminho do crime e tentar triunfar pessoalmente através da burla, engano, roubo… etc. Quando desistes de lutar e escolhes o caminho do crime, estás a dar razão ao sistema. Estás a dar razão a toda a organização judicial e policial. Olho à minha volta e não encontro ninguém que escolha o caminho da luta por uma sociedade mais justa para todos. Todos estão interessados só no seu próprio "umbigo", seja pelo caminho legal ou pelo caminho ilegal. Toda esta noção reforça o sentimento de solidão que tenho. Às vezes tenho mesmo vontade de ir para a rua sem pensar em nada. Sinto-me farto de estar sob o jugo de terceiros. Na rua teria a convicção de reivindicar algo que é meu. Na rua, dentro do possível, poderia fazer as minhas regras ainda que existissem riscos associados. Mas também me pergunto: será que a viver na rua seria diferente? É da resposta a esta pergunta que está a origem da minha cobardia. O meu medo é, estando na rua, não me conseguir controlar e começar a levar um caminho muito afastado do que tenho idealizado aqui no Nómada Português. Tenho bastante coisa para fazer e às vezes até tenho vontade para as fazer. Mas não existe ânimo para tomar a decisão de fazer. Não é fácil, mas tenho a plena convicção que o caminho que tenho referido aqui no Nómada Português é o caminho certo a ser seguido. Dominar as quatro disciplinas, continuar e concluir o plano de reestruturação, iniciar o projeto da máquina geradora de eletricidade a partir do calor de uma vela e acabar de organizar o fórum do Nómada Português é o que deveria me focar e acabar de fazer o mais rápido possível. Culpar terceiros pela minha inércia é uma cobardia também. Culpar terceiros por não fazer o que acabo de referir é o caminho mais fácil e cobarde também. ❞ |
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📓 NP Diário #42 · 📅 10 de Agosto de 2022 ás 08:51
🔹 A placa peltier não serve | Vou criar o NP Project
📝 ❝ Escrevo este NP Diário no dia 10 de agosto de 2022, pelas 08:51 no Pingo Doce do Lordelo, em Vila Real. Antes de ontem fui buscar a placa de Pelt...❞ 📝 ❝ Escrevo este NP Diário no dia 10 de agosto de 2022, pelas 08:51 no Pingo Doce do Lordelo, em Vila Real. Antes de ontem fui buscar a placa de Peltier que havia comprado, de forma a testar se tem viabilidade para apostar na placa Peltier para servir como núcleo gerador de energia da máquina geradora de energia elétrica que pretendo criar. Como suspeitava, a placa Peltier gera muito pouca corrente elétrica e, para gerar esse pouco de corrente, é preciso conseguir gerar duas temperaturas muito dispares nos lados da placa. Os vídeos que se vê a falar do assunto abordam este tema numa perspetiva para impressionar o espetador. Dessa forma não se refere muita informação técnica e, quando existe alguém como eu, que quer utilizar determinado componente ou informação para aplicar tecnicamente, não se consegue ter acesso a toda a informação. O que acabo de referir acontece com quase toda a informação técnica e científica. O YouTube não é uma plataforma boa para buscarmos informação técnica, porque o interesse de quem faz vídeos é obter o máximo de visualizações possível. Se fores falar tecnicamente sobre determinado facto, é certo que boa parte irá desistir de ver o vídeo antes de chegar ao fim deste. Aliás, eu vejo e noto que a informação técnica e científica está cada vez mais escassa e é cada vez mais complicado encontrarmos informação técnica e científica de qualidade gratuitamente na internet. A internet está-se a tornar em algo pago. O Fórum do Nómada Português terá aqui um papel para tentar reunir, preservar e partilhar conhecimento técnico e científico sobre as mais variadas áreas. Eu acredito que a sabedoria e cultura devem ser gratuitas. Até que o fórum do Nómada Português se torne um local de excelência no que respeita à informação, levará tempo e temos que verificar se o estado e o sistema não irão mandar o fórum abaixo. Como já referi em outros locais no Nómada Português, nós vivemos tempos de censura. Não se pode ir contra o estado ou o sistema. Foi bom ter moderado as expectativas, porque se não o fizesse a desilusão com o facto de a placa Peltier não servir seria maior. Assim sendo, tenho de voltar à ideia inicial de uma máquina que irá usar o vapor e respetiva pressão causados pelo calor de uma vela para gerar movimento ou trabalho. Projetar e testar um sistema de pressão é complicado, porque estamos a falar de componentes que têm que ser estanques no que respeita a fugas de ar e preciso de os manusear e manipular de forma a moldar ao tamanho e formato certo. Tem que ser, ainda, um material resistente ao calor. Dentro disto só consigo vislumbrar o alumínio e, para o manipular de forma que este fique estanque, só soldando. O problema é soldar o alumínio. Esta máquina geradora de energia elétrica para carregar telemóvel ou até alimentar um portátil, tendo como fonte o calor de uma vela, é de extrema importância para mim. Esta máquina vai-me permitir que, em qualquer lado, possa escrever ou gravar áudio e vídeo desde que tenha sempre uma fonte de calor como uma vela. Uma vela costuma ficar acesa de 2 a 4 horas. Se andar com um saco de 20 velas, tenho bastantes horas de energia elétrica para alimentar o telemóvel. Será um marco na independência muito importante. Como já referi, preciso de ser independente e autónomo. Se estiver a viver na rua, é de extrema importância que possa continuar a escrever e a produzir o Nómada Português. Ficar parado ou bloqueado sem fazer nada será muito desastroso. Neste momento tenho dois objetivos prioritários: continuar o plano de reestruturação e seguir com o estudo e desenvolvimento da máquina geradora de energia a partir do calor de uma vela. Para que este estudo corra da melhor forma, vou dar vida a uma temática do Nómada Português que já havia pensado há algum tempo: NP Project. Nesta temática, o objetivo é idealizar e registar toda a evolução de determinado projeto. Esta máquina geradora de energia será o primeiro projeto do NP Project. Agora que penso, dou-me conta do quanto desci nesta "casa" que se chama Nómada Português. Existe muita coisa que tenho de fazer primeiro antes de sair para percorrer o país a pé. Pequenas, médias e grandes coisas. Todas estas coisas irão contribuir para que um dia saia da condição depressiva em que me encontro, que me habitue ao sistema em que vivemos e, após estas duas grandes coisas, ter paz interior e ser feliz. Se tiver que ser na rua, pois muito bem. Eu irei fazer o que gosto: estudar e trabalhar com história e eletrónica. Chega de "desvios". Visto que escrevo bastante, será igualmente importante dominar a língua portuguesa. Devo me esforçar para aprender a escrever cada vez melhor para que, desta forma, pelo menos na forma escrita, consiga passar a minha mensagem de uma forma mais clara. Mas agora é ir um passo de cada vez e mentalizar-me a todo o instante de tudo o que tenho escrito aqui. Tenho de me habituar à realidade e, a partir daí, seguir em frente. ❞ |